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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Veja 10 curiosidades do desenho "Ladybug", fenômeno entre as crianças


"Sou Ladybug, sempre a melhor, contra o inimigo eu vou lutar...". Quem convive com crianças de 4 a 10 provavelmente já não aguenta mais ouvir essa música e até já se pegou cantando sozinho a canção da super-heroína, que virou um fenômeno entre essa faixa etária.


A animação "Miraculous: As Aventuras de Ladybug", exibida diariamente no Gloob há menos de um ano, caiu no gosto das meninas, que já esgotam as dezenas de produtos licenciados da personagem nas lojas e dos meninos, que curtem ainda o Cat Noir, companheiro de aventuras da super-heroína.
 

Marinette parece uma estudante comum, assim como sua paixão secreta Adrien, se não fosse um poder especial de virarem Ladybug e Cat Noir para combater o vilão Hawk Moth e proteger a população de suas maldades.

Está sem tempo de assistir "Miraculous" com seu filho? O UOL preparou uma lista de curiosidades para você conhecer um pouco mais do desenho!
Curiosidades de "As Aventuras de Ladybug"




Vous parlez français?

A animação é ambientada em Paris e o pai de Marinette é dono de uma pâtisserie. Vários pontos turísticos da cidade, como a Torre Eiffel servem de cenário do desenho e das aventuras da personagem principal 



Origem 

É uma série de animação nipo-franco-coreana, criada pelo francês Thomas Astruc, e coproduzida pelos estúdios Zagtoon (França), Method Animation (França), Toei Animation (Japão), SAMG Animation (Coréia), SK Broadband (Coréia do Sul), e TF1 (França). Marinette (Ladybug) tem inclusive traços orientais


Sucesso 

"Miraculous - As Aventuras de Ladybug" domina a audiência tanto na TV linear quanto nas plataformas digitais. Na faixa horária de exibição da atração, o Gloob é líder de audiência entre as meninas, de 4 a 11 anos, e fica entre os dez canais por assinatura mais vistos 




Produtos licenciados 


A animação é a marca do Gloob com o maior número de produtos licenciados, são mais de 20, entre eles, bonecos, brinquedos, mochilas, lancheiras, cadernos e produtos para festas 
Imagem: Reprodução 




Superpoderes 


Marinette é capaz de se transformar em Ladybug através de seu Miraculous, que são seus brincos ativados. Adrien se transforma em Cat Noir com seu anel ativado 
Imagem: Reprodução/Gloob 





Segunda temporada
 

A previsão é que os próximos episódios sejam lançados mundialmente em maio deste ano 
Imagem: Reprodução/Gloob 



É segredo! 


Marinette não sabe que Adrien é o Cat Noir e ele também não sabe que sua amiga de escola é a Ladybug. Nenhum dos dois sabe da identidade secreta um do outro. A estudante também tem uma paixão pelo colega da escola e companheiro de aventuras, mas ela não tem coragem de se declarar. Xiiii!!! 
Imagem: Reprodução/Gloob 



Voz de heroína 

A dubladora da Ladybug, Jéssica Vieira, 23 anos, é carioca e começou a trabalhar com dublagem aos 9 anos. "Desde pequena sempre fui apaixonada por vozes em geral. Eu via os desenhos e decorava as vozes", contou ela em seu canal do Youtube 
Imagem: Reprodução/Youtube 



YouTube 

O clipe "Sou Ladybug" conta com mais de 5 milhões de visualizações no YouTube, ficando no Top 10 da categoria Kids na plataforma 
Imagem: Reprodução/Gloob 



Mulheres poderosas 

Apesar de Cat Noir ajudar a Ladybug em suas missões, em nenhum momento ele rouba o protagonismo dela. Girl power puro!
Imagem: Reprodução/Gloob 





Por que um chute no saco dói tanto?


Simplesmente porque o saco, ou escroto, é uma região rica em terminações nervosas. E, para piorar a situação, os testículos não são protegidos por uma grossa camada de derme, como ocorre com outras áreas de grande sensibilidade no corpo, como a ponta dos dedos. "É por isso que, apesar de ambos serem muito sensíveis, um impacto nos testículos dói muito mais do que, por exemplo, bater os dedos na mesa", diz o urologista Mário Paranhos, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Pois é, que o diga quem já levou uma bica no saco...

SABICHÃO
As preciosas habilidades do Sr. Saco na hora de proteger os testículos

COMO ELE SE PROTEGE DE PANCADAS?
Apesar de ser muito sensível à dor, o saco consegue se preservar de danos maiores por estar suspenso, o que amortece o trauma. Mas, às vezes, a pancada é tão forte que não há ovo que resista.

Veja o que pode rolar com suas preciosas bolas:

HEMATOMAS

Com o chute, pode rolar um sangramento interno causando inchaço e dor. Em alguns casos, nosso herói pode inchar tanto que fica do tamanho de uma berinjela!

TORÇÃO

O músculo que envolve os testículos pode se retrair tão depressa que nervos e artérias que seguram as bolas se enroscam, impedindo o fluxo de sangue. Se a torção persistir, os ovos podem gangrenar...

RUPTURA

Se o coice for bravo mesmo, a cápsula que protege os ovos pode se romper e vazar o conteúdo interno. Aí, meu caro, só com cirurgia para botar o bichão em forma

POR QUE AS BOLAS SE CONTRAEM QUANDO LEVAMOS UM SUSTO?

Em situações de medo, a retração dos testículos vêm de um estímulo de adrenalina. É ela que deixa todo o organismo em estado de defesa, inclusive as bolinhas, que "sobem" pra evitar um possível choque

POR QUE UMA BOLA É MAIS ALTA QUE A OUTRA?
Cada testículo é suspenso pelos nervos e artérias do chamado cordão unguinal. Acontece que, como os lados direito e esquerdo do corpo não são exatamente simétricos, as bolas acabam ficando em alturas diferentes - o que é completamente normal.

POR QUE ELE ENCOLHE NO FRIO E SE DISTENDE NO CALOR?
Para o bom funcionamento da fábrica de espermatozoides, é preciso que os testículos estejam sempre 1 ºC abaixo da temperatura corporal, que fica na casa dos 36 ºC - 37 ºC. Por isso, no frio, o músculo cremaster suspende os bagos para mantê-los quentinhos junto do corpo. No calor, rola o contrário

VIDA E MORTE "SACOLINA"
O que rola ao longo da movimentada existência de nosso personagem

BOLINHAS DE GUDE
Os testículos se formam ainda no embrião. A princípio, eles ficam dentro da barriga do bebê, perto dos rins. Só ao final da gravidez, descem para o escroto. Na infância, eles têm pouca função, produzindo apenas um pouco de testosterona.

PELO EM OVO
É por volta dos 12 anos de idade que os testículos começam a produzir espermatozoides. A pele da região, antes mais clara e lisa, pode escurecer e enrugar, por causa do estica-e-puxa dos ovos. Nessa época, o figura também vai ganhando seus pelos

OPERÁRIO-PADRÃO
Adultos, os testículos levam a sério a produção de espermatozoides - fazem isso o tempo todo. Mas a coisa rola pra valer com a excitação sexual. Por isso, quando não se chega aos "finalmentes" após ficar nos amassos, pode ocorrer dor, causada pelo estoque de esperma

ÓCIO CRIATIVO
Mesmo beirando a aposentadoria, o Sr. Saco ainda continua a produzir espermatozoides. Só que, nessa fase, o sacudo já não dá tão duro quanto antes, e a produção rola numa quantidade bem menor

PISANDO EM OVOS
Algumas dicas importantes para cuidar do seu amigo

OVOS MEXIDOS
Tudo bem que você curte pedalar, mas, se fizer isso muitas horas por dia, pode acabar "cozinhando os ovos" - o que prejudica a produção de espermatozoides e testosterona

OPERAÇÃO DE CHOQUE
Se você levou uma bolada no saco ou uma bica, deitar em posição fetal ajuda a diminuir a dor. Um pouco de gelo também vai bem. Agora, caso a dor não passe mesmo, vale a pena procurar o urologista

SACO CHEIO NÃO PARA EM PÉ
Segundo um estudo da Universidade de Aberdeen, na Escócia, os gordinhos com IMC acima de 25 tem espermatozoides de menor qualidade - é que, com o excesso de gordura, os testículos aquecem além da conta. Ou seja, pega leve nos ataques à geladeira

DE BAGO LIMPO
Bom, nem precisa dizer o quanto cigarro, drogas e anabolizantes fazem mal à saúde como um todo e, claro, para os espermatozoides. Pois saiba que, no caso dos anabolizantes, eles podem levar até à atrofia testicular. Ai!...





Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br Por Gabriela Portilho
imagem: vivomaissaudavel.com.br

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Conheça o curioso caso da freira que teria sido abusada e foi condenada por se "casar com o diabo"

O caso da jovem freira Madelaine Bavent é um dos mais simbólicos e assustadores. Ele ocorreu no convento de Louviers, na Normandia, em 1625, quando a freira tinha apenas 18 anos.


Madelaine se apresentou às autoridades locais para declarar que havia sido enfeitiçada durante um sabá (dia de descanso), ao qual foi levada pelo diretor espiritual do lugar, o padre Mathurin Picard, e seu vigário, o padre Thomas Boulle. Segundo a freira alegou, ela teria sido casada com um diabo chamado Dragon e obrigada a ter relações sexuais com ele em um altar. Enquanto isso, dois homens teriam sido crucificados e estripados.

Após a abertura de uma investigação detalhada, outras duas freiras também acusaram os sacerdotes e disseram que foram obrigadas a ter relações sexuais com vários demônios. Enquanto as investigações avançavam, o padre Mathurin Picard morreu e as freiras foram acusadas de estarem possuídas, o que era muito comum em casos desse tipo, por isso tinham que ser exorcizadas.

A igreja onde ocorreu o ritual reuniu muitas pessoas. As freiras causaram um verdadeiro espetáculo, que incluiu insultos e obscenidades de todo tipo. Elas chegaram até a convulsionar enquanto o padre Thomas Boulle gritava ao ser torturado. Finalmente, Madelaine foi condenada a cumprir penitência por toda a vida na prisão episcopal. Além disso, o padre Boulle foi condenado à morte na fogueira e foi ordenada a exumação do corpo do padre Picard, que também foi desenterrado e queimado.

Após esse acontecimento, a igreja determinou, pela primeira vez, as regras para saber se alguém está possuído ou não, por meio de 15 tópicos que se resumem em: acreditar que está possuído e ter uma vida ruim; ser mau e vomitar coisas estranhas, como serpentes ou sapos; blasfemar e gritar coisas obscenas; comportar-se de forma violenta e fazer sons e movimentos característicos dos animais; ter condutas lascivas e uma força muscular incomum; demonstrar medo diante de relíquias e objetos sagrados; e não se lembrar de nada após o momento do transe diabólico.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Especialista explica o fetiche de mulheres por farda


As fardas e os acessórios de policiais são capazes de mexer com a imaginação e com os sentimentos de muitas mulheres ate mesmo de forma inconsciente. Muitas mulheres olham com atenção quando veem um policial ou um bombeiro passar. O que leva o uniforme a tornar um homem mais sexy e atraente aos olhos femininos?.

“O policial chama a atenção das mulheres que muitas vezes imagina ser um homem de pegada forte e dominador ”, diz a universitária Fernanda, 19. “O homem de farda aumenta a libido da mulher, desperta fantasias, uma questão de poder e proteção e acho que toda mulher gosta disso”, diz a gestora de marketing Cláudia, 35, que confessa que já namorou militares que realizava suas fantasias em locais incomuns.

Atualmente, ela diz que não namora nenhum deles. Talvez foram essas fantasias que levaram três mulheres a serem fotografadas utilizando braçais pertencentes às diversas Companhias Interativas Comunitárias (Cicom), que depois foram postadas nas redes sociais.

Cláudia diz que a atração dela por militares aconteceu quando ela ainda era muito jovem. Um dos seus namorados foi um soldado da aeronáutica. Ela recorda que exigia que quando ele fosse encontrá-la que estivesse sempre fardado, inclusive nos momentos de intimidade. Segundo ela, sem a farda perdia toda a graça. “Nós viajávamos na imaginação tendo relações na cabine de um avião com ele pilotando a aeronave entre outras coisas”, conta.

Pior fase
A gestora conta que o segundo namorado foi um marinheiro e foi a mesma loucura. Depois que ficou adulta a atração por homens de farda acabou. Para ela, esse tipo de atração acontece com maior frequência na adolescência.

“As imagens que foram publicadas de mulheres com acessórios da PM demonstra infantilidade. As mulheres maduras são mais cautelosas na sua intimidade. Eu jamais faria isso”, disse. Um tenente-coronel da Polícia Militar, que preferiu não revelar o nome, disse que os militares são muito assediados pelas mulheres que querem a qualquer custo realizar suas fantasias.

Sentir o poder
Há mulheres que pedem para vestir a farda, ser fotografadas no xadrez da viatura e simular uma relação sexual forçada sob a mira de uma arma.

Quando trata-se de uma policial militar, elas preferem a relação com o superior e geralmente criam situações em que aparecem dominando-o. “Elas os mandam tirar a farda para elas deitarem em cima ou para vestirem. Há algumas que chegam a algemá-los” disse.

Elas querem o poder e o prazer
A psicóloga Keyla Oliveira diz que as mulheres idealizam poder, proteção, prazer, dominação e submissão por traz da farda que são o que elas esperam receber dos homens. Há quem olhe e até deseja um militar em serviço porque a roupa que ele usa cria uma expectativa diferente sobre o desempenho sexual da pessoa que é o fetiche.

“O fetiche é um desvio de comportamento que pode interferir na questão da moralidade”, disse a psicóloga. O coordenador do curso de psicologia da Universidade Federal do Amazonas, Sérgio Sócrates Baçal diz que estamos vivendo em uma sociedade de espetáculos e que as pessoas fazem qualquer coisa para estar em evidência e aparecendo. Não importa como. “Esse comportamento é mais que perder a vergonha é estar em evidência pelo avesso. É uma forma tosca de aparecer”, diz.

Há mulheres que querem de qualquer jeito, além de aparecer, e demonstrar poder.

Assédio
Segundo os militares, elas assediam pedindo para pousar para fotos com armas e vestidas com as fardas. Segundo um tenente-coronel, que preferiu não se identificar, elas fazem isso durante as relações sexuais. Um soldado que também preservou a identidade confirma o que disse o oficial. Segundo ele, é comum mulheres jogarem bilhetes para dentro das viaturas com o número de seu telefone. Elas ainda fazem abordagens e até se declaram para os policiais. Segundo o soldado, há mulheres que além da atração pela farda elas ainda preferem aqueles que tem aliança no dedo. Ele ressaltou que são muito assediados.

Loucura- Claúdia apaixonada por farda

“Eu era fascinada por militares na minha adolescência. Eu estudava em um colégio dentro de uma vila militar da Marinha do Brasil e convivia com os fuzileiros. Eles foram as minhas primeiras paixões. Cheguei a namorar dois deles. A minha paixão era pela farda, eu achava eles lindos, mas quando estavam à paisana eram feios. A diferença deles para os outros homens era que eles tinham mais pegada, músculos fortes e na hora do sexo eu me achava dominada por eles e isso me dava prazer. Depois eu namorei um policial militar que também era forte e a atração era a mesma que eu sentia pelos fuzileiros. Na realidade o uniforme me deixava excitada. Acho que era fetiche que é quando a gente só se realiza quando temos objeto do nosso desejo. No momento não estou namorando militares, mas esses policiais do Ronda no Bairro são gaiatos. Eles dão em cima da gente na cara de pau, passam e vão falando coisas, mas isso não me atraiu mais. Agora eu estou madura.





Fonte: http://acritica.uol.com.br

Por que os elevadores sempre têm espelhos à sua volta?


Quando foi a última vez que você pensou: “Nossa, essa fila poderia ser um pouco maior, não?” Nunca? Isso faz sentido. É uma verdade universal: esperar por qualquer coisa é irritante. E porque os elevadores são algo que você quase sempre tem que esperar, alguns povos espertos vieram com uma solução para fazer a espera suportável: espelhos.

Você pode não ter notado (agora você vai!), Mas muitos elevadores têm espelhos perto ou dentro deles. Isto não é coincidência. Espelhos geralmente são colocados perto elevadores para que as pessoas tenham algo a fazer enquanto eles esperam as portas finalmente se abrirem. Sim, os saguões de hotéis têm enganado você com isso.

O jornal New York Times explica de onde esta ideia se originou: “A ideia nasceu durante o boom da pós-Segunda Guerra Mundial. O raciocínio por trás dos espelhos foi semelhante ao usado no aeroporto de Houston, nos Estados Unidos: dar às pessoas algo para ocupar o seu tempo e fazer com que a espera seja menos sentida.Com os espelhos, as pessoas poderiam verificar os seus cabelos ou observar outros passageiros. E isso funcionou: pelo menos durante um período, as queixas cessaram.
A razão pela qual as pessoas odeiam esperar é que pensamos que o tempo gasto na fila acaba desperdiçado, e poderíamos ter usado para sermos produtivos. E o ritmo da sociedade moderna está apenas tornando nossa impaciência pior.

Como o Nautilus explica, “o ritmo acelerado da sociedade acabou com o nosso temporizador interno, criando expectativas que não podem ser recompensadas com a rapidez – ou recompensadas de qualquer forma. Quando as coisas se movem mais lentamente do que esperamos, estendendo a espera, convocando a raiva fora de proporção ao atraso. “Poderia a gratificação instantânea das respostas de Siri às nossas perguntas e à internet relâmpago-rápida nos fazer mais impacientes? Possivelmente. E talvez os espelhos ajudem nisso.




Fonte: https://br.financas.yahoo.com

terça-feira, 8 de agosto de 2017

3 bons motivos para ver filmes pornôs


Não precisa mais se envergonhar e deletar todo o histórico de navegação com as páginas do PornTube. Ver pornô faz bem. É o que garantem esses três estudos sobre pornografia.

DEIXA VOCÊ MAIS FORTE
Lá pelo Reino Unido, cientistas convidaram voluntários para um teste. A tarefa deles era ver um filme pornô de quatro (hehe) minutos pouco antes de levantar peso. E repetir o exercício físico sem a dose de pornografia. Em geral, eles conseguiam erguer mais peso depois de assistir aos vídeos pornôs. Quando coletaram amostras das salivas, os pesquisadores entenderam: o nível de testosterona aumenta no sangue. E isso deixa você mais forte. Ah, filmes violentos causam o mesmo efeito.

ABRE SUA MENTE
Faz você apoiar mais o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Foi essa a descoberta de pesquisadores da Universidade Indiana, nos Estados Unidos, ao entrevistar 500 homens heterossexuais. Eles descobriram que quanto mais um homem vê filme pornô, mais ele tende a ser favorável ao casamento gay. Mas isso não quer dizer que todas as pessoas sensatas favoráveis aos direitos dos homossexuais curtam filmes pornográficos. “O apoio a esses tipos de relacionamento não serve como base para prever o consumo de pornografia. Mas o consumo de pornografia, este sim, serve para prever o apoio ao casamento gay”, diz o estudo.

AJUDA VOCÊ A TRANSAR MAIS
Pesquisadores não sabem explicar o motivo, mas quanto mais pornô as pessoas veem, mais sexo elas fazem. Foi o que descobriu o Instituto Francês de Opinião Pública (IFOP) ao perguntar aos franceses se eles costumavam ver um filminho de sexo. A maioria esmagadora (90% dos homens e 60% das mulheres) assumiu que curte mesmo um pornô. E os mais sedentos por esses vídeos também costumavam ter uma vida sexual bem mais ativa que os outros.

Mas, vale lembrar, às vezes a ciência se contradiz. E ela já chegou a afirmar que ver pornô abala a autoestima das mulheres. De qualquer forma, se esse definitivamente não for o seu caso, você já pode contar por aí o que te faz passar tantas horas por semana em sites pornográficos…




Fonte: http://super.abril.com.br
imagem: www.dailymail.co.uk

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Por que as mulheres tem pavor de barata?


É uma cena familiar: o rapaz ouve gritos desesperados na cozinha, e parte como um príncipe valente para defender a donzela. Chegando lá, descobre que o assustador intruso não passa de um inseto. repugnante, vá lá, mas que não traz maiores perigos. Então, o que (ou quem) é capaz de explicar tamanho medo feminino?


Ansiedade feminina

Pesquisas citadas no livro Pânico, Fobias e Obsessões, editado pelo grupo do Ambulatório de Ansiedade do Hospital das Clínicas de São Paulo em 1994 mostram que, de fato, as mulheres têm duas vezes mais transtornos fóbicos-ansiosos (de medo de multidão a claustrofobia, que é medo de lugares fechados) do que os homens.


Homem não chora

Segundo a psicanalista Mirian Chnaiderman, do Instituto Sedes Sapientae, em São Paulo, o processo que leva a uma fobia (medo exagerado) é igual no homem e na mulher. O indivíduo projeta algum aspecto indesejado de si mesmo em um objeto externo, que passa a temer. O que acontece é que, num processo inconsciente, a pessoa "escolhe" onde depositar sua fobia. Como fica meio ridículo para um homem sair berrando quando vê uma barata, ele "elege" outros bichos para se apavorar: avião, altura (acrofobia) enfarte etc.


Bicho sujo e rastejante

O psicanalista Augusto Capelo, da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica, concorda: fobia é projeção de um conflito interior. "O objeto do medo é como uma metáfora do conflito" , explica. Seguidor dos ensinamentos do suíço Carl Gustav Jung (1875 - 1961), que inventou o conceito de inconsciente coletivo e estudou o homem a partir de símbolos ancestrais, Capelo diz que a mulher teme a barata quando se sente "suja", "rastejante", afirma Capelo. Mas, para ele a fobia, dentro de certos parâmetros, pode ser positiva, ajudando o indivíduo a estruturar seu mundo interior.


A casa é minha

A barata sempre aparece como intrusa dentro da casa que por definição, é um espaço feminino. "No mato ninguém tem medo de barata" diz o psiquiatra Edson Engels dos Santos, professor do Instituto H. Ellis, de formação terapêutica. As índias em geral não tem medo de barata.


O valor do inseto

Nem todas as culturas desenvolveram esse medo. É o que ensina a antropóloga da Universidade de São Paulo Lux Vidal: o inseto na cultura primitiva é avaliado de acordo com seu perigo real ou um valor explícito que aquela cultura lhe atribui.


A temida:

A barata é um inseto da ordem dor ortópteros e da família dos baltídios. Das 3500 espécies conhecidas, 35 vivem em ambiente doméstico. O perigo da barata é que ela pode carregar germes, tanto externamente (patas, antenas, boca), quanto internamente (aparelho digestivo). As baratas andam e defecam sobre os alimentos, e podem transmitir doenças. Mas nada que não possa ser evitado com uma boa limpeza.





Fonte Super Interessante Por Enor Paiano 

Tem homem que não aprende - Noiva flagrada com outro em despedida de solteira é perdoada e vai se casar

Pablo Torres Gandara e Emma Alicia Paz Ayala (Reprodução/ Facebook)

Depois do vídeo de sua festa de despedida de solteira, no México, viralizar e dar fim ao noivado de Emma Alicia Paz Ayala, a história teve uma reviravolta positiva. Na filmagem, a moça curtia uma viagem com amigas e apareceu beijando um rapaz, o que fez com que seu casamento fosse cancelado. Após o término do relacionamento, o casal parece que se acertou e reatou a união. De acordo com o jornal argentino Muy, o noivo, Pablo Torres Gandara, a perdoou e as bodas irão acontecer em abril de 2017.

Diante da repercussão do fato, Emma escreveu em sua página no Facebook:“Queria pedir para me deixarem em paz já que me difamaram o suficiente. Todos somos seres humanos e beber demais nos faz tomar atitudes que não gostaríamos. Eu amo meu noivo e peço a compreensão de todos porque não acredito que ninguém nunca tenha feito m… antes.”





Fonte: https://br.noticias.yahoo.com Por Priscilla Portugal

domingo, 6 de agosto de 2017

As mulheres bonitas são mais egoístas


Para responder a questões como "quão importante é o aspeto físico para o desenvolvimento das relações sociais?" e analisar o comportamento das pessoas em função do aspeto físico, alunos da Universidade Autónoma de Madrid desenvolveram uma investigação que concluiu que as mulheres mais atraentes e com rosto mais simétrico comportam-se de forma mais egoísta.

Perante a grande dificuldade que é estudar o comportamento humano, os investigadores pediram a 176 universitárias que participassem no jogo do dilema do prisioneiro. Neste, duas pessoas teriam cometido um crime e poderiam culpar-se uma à outra ou manter-se em silêncio. Se as duas se mantivessem em silêncio eram condenadas apenas a dois anos de prisão, se se culpassem uma à outra a pena era de cinco anos e se uma culpasse a outra mas essa se mantivesse em silêncio, a pena era de dez anos para a que era acusada e um ano de prisão para a que denunciava.

Depois das respostas obtidas, coube à equipa, coordenada por Enrique Turiégano, traduzir para números algo tão abstrato como o aspeto físico, baseando-se para isso em parâmetros como a simetria facial, o grau de feminilidade/masculinidade do rosto, o índice de massa corporal, a relação cintura/anca e a própria perceção de atratividade.

Perante os resultados, os investigadores concluíram que a simetria do rosto e o facto de se considerarem atraentes, leva as mulheres a serem menos cooperantes no jogo do dilema do prisioneiro, o que revela que as pessoas mais seguras de si sentem menos necessidade de cooperar com os outros. Por outro lado, descobriram também que um índice de cintura/anca maior aumenta a tendência das mulheres para cooperar com os outros, ao contrário do que os primeiros aspetos em estudo revelavam.

Segundo o que Enrique Turiégano explicou ao ABC, vários estudos científicos que abordam os benefícios sociais que uma pessoa bonita e atraente tem, concluíram que quem se considera mais bonito é menos altruísta e necessita menos dos outros para satisfazer as suas necessidades materiais. Turiégano acrescenta ainda que o aspeto físico se relaciona com um conjunto de vantagens que incrementam a capacidade de adaptação dos indivíduos ao ambiente.






Fonte: http://www.dn.pt

sábado, 5 de agosto de 2017

Ta solteiro ainda?? Tem Solução - Amigos de infância, vão se casar depois que um deles virou mulher


Dois amigos de infância que jogavam futebol juntos, estão prestes a se casar depois que um deles passou por uma cirurgia de mudança de sexo. Christopher Dodd, 24, e Fay Purdham, 27, agora são um casal, Fay fez a transição para se tornar uma mulher com 23 anos.

Eles cresceram juntos como meninos antes de perder o contato como adolescentes, logo depois que eles se separaram Fay, que nasceu Kevin, começou sua transição para se tornar uma mulher tomando hormônios. Eles eram inseparáveis ​​quando crianças e passava horas jogando futebol. “Christopher era o meu melhor amigo no mundo” disse Fay.

Mesmo quando criança, Fay sabia que ela era um pouco diferente. “Eu costumava brincar com carros e armas e praticar esportes como meus amigos, mas eu também adorava brincar com bonecas.” disse ela. A partir de 12 anos, ela percebeu que era gay e disse para família depois de passar anos brincando com roupas de sua irmã secretamente.
A partir de então ela começou a economizar dinheiro para comprar roupas femininas e experimentar maquiagens e aos 16 anos, ela começou a tomar hormônios para começar a sua transformação física e Christopher se afastou do amigo, “foi triste e eu sentia falta dele, mas eu não acho que ele, sendo um menino, iria entender o que estava acontecendo.” disse Fay

E o casal não se reuniu novamente até o aniversário de 21 anos de Christopher, quando Fay chegou na festa com sua irmã. “Assim que ele me viu, ele se aproximou de mim”, lembrou Fay e completou “Ele tinha ouvido através da família que eu fiz a cirurgia para se tornar uma mulher, mas a última vez que ele me viu eu era Kevin.”.

Christopher se apaixonou na hora “Quando eu vi Fay novamente, eu estava abismado como ela era bonita e eu me apaixonei por ela imediatamente,” disse. “Levei algum tempo para compreender que ela costumava ser meu melhor amigo Kevin, mas eu nunca olhei para ela de qualquer outra forma que não seja o fato de que ela é uma mulher linda.” completou o apaixonado Christopher .

O casal planeja depois do casamento ter uma bela família.






Fonte: www.caldeiraodocrime.com Por: Jaylson Silva

13 curiosidades sobre Netflix que você nunca soube


1- Nascimento
Netflix nasceu em 1997, mas a empresa só começou a transmitir dois anos depois em 1999.


2 - Usuários
Atualmente, o Netflix tem cerca de 62 milhões de usuários, sendo que 2/3 está nos EUA. (ABRIL/2015)


3 - Total de horas
O número total de tempo visto por mês no Netflix é de 10 bilhões de horas. (MARÇO/2015)


4 - Maratonas
Porcentagem dos usuários que fazem bing-watch (maratona) é de 61%. (DEZEMBRO/2013)


5 - Porcentagem de casas
Nos EUA, 36% das casas já têm Netflix. (MARÇO/2015)


6 - Satisfação
A porcentagem de usuários do Netflix que se dizem “extremamente satisfeito” ou “muito satisfeito” com o serviço é de 63%. (SETEMBRO/2013)


7 - Países
Netflix está presente em 50 países. (ABRIL/2015)


8 - Prêmio
As produções do Netflix já receberam 45 indicações ao Emmy, 10 indicações ao Globo de Ouro e 2 ao Oscar. (JANEIRO/2015)


9 - Tamanho da biblioteca
O tamanho da biblioteca do Netflix é de mais de um petabyte. (MAIO/2014)

10 - Visualização por TV
A porcentagem de usuários do Netflix que assiste pela televisão é de 78%. (JUNHO/2014)


11 - Média de visualização por dia
A média de conteúdo a que um usuário assiste por dia no Netflix é de 93 minutos (SETEMBRO/2014)


12 - Renda em 2015
Os primeiros quatro meses deste ano renderam ao Netflix 1,4 bilhão de dólares.


13 - Espaço necessário para streaming
Quantidade de espaço de armazenamento necessária para transmitir o Netflix é de 100 a 150 terabytes por servidor. (SETEMBRO/2013)





Fonte: http://seriesdomomento.com.br    Por Wagner Wakka

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Em experimento bizarro, lésbicas tocam pênis pela primeira vez


Um vídeo nada usual está causando muita polêmica na web. Nele, mulheres lésbicas estão tendo contato com um pênis pela primeira vez e relatam suas impressões iniciais.

O experimento foi criado por Bria Kam, que também participa dele. Ao lado de duas amigas, ela apalpa e dá impressões sobre o pênis de Aleks Malczewski, que é homossexual e também amigo da criadora.

As reações de Bria e suas duas amigas são semelhantes. Ambas mostram certa surpresa com o toque, mas levam toda a experiência para um lado muito mais voltado à piada do que ao científico, se assim podemos dizer.

“Nossa, é muito, mas muito mais macio do que eu sempre imaginei na minha vida. Parece uma massinha, mas aquecida e isso é engraçado”, afirmou a organizadora do evento ao ter contato com o pênis de Aleks.

Publicado no final de dezembro, o vídeo veio à tona apenas com o ano novo. Com ele, mais de 5 milhões de visualizações e uma enxurrada de críticas que vão desde a falta da necessidade de tal experimento até críticas que chamam Bria de homofóbica.


O inquietante mistério das gêmeas Pollock: um caso de reencarnação documentado pela ciência


Ian Stevenson, doutor em medicina e professor universitário de psiquiatria canadense, estudou mais de 3 mil casos de crianças que pareciam se lembrar de vidas passadas.

Um dos mais significativos foi o das gêmeas Pollock. O dia 5 de maio de 1957 amanheceu com um sol esplêndido em Whitley-Bay, no Reino Unido, às margens do Mar do Norte. Como todos os domingos, as famílias locais se dirigiam apressadas à igreja, para celebrar a missa. As duas pequenas filhas da família Pollock, Joanna e Jacqueline, de 11 e seis anos, respectivamente, foram antes de seus pais para garantir um lugar.

Quando dobravam uma esquina, uma carruagem com cavalos desenfreados as atropelou, matando-as instantaneamente. Seus corpos ficaram praticamente destruídos, assim como o coração de seus pais ao receber a trágica notícia. Mas eles não sabiam que o destino traria um dos casos mais estranhos de que já se houve notícia.

Mais de um ano após o acidente, os Pollock voltaram a ter filhos, dessa vez, as gêmeas Gillian e Jennifer, nascidas em 4 de outubro de 1958. Quando tinham somente três anos, as pequenas começaram a falar e, então, seus pais notaram que acontecia algo estranho. Incrivelmente, elas eram capazes de lembrar eventos passados da vida de suas irmãs, falecidas em 1957.

Elas mostravam conhecer à perfeição cada canto da casa e as pessoas da cidade. E também praticavam hábitos e costumes idênticos aos de suas irmãs e, inclusive, falavam do mesmo jeito. Embora fossem gêmeas, uma parecia ser maior e protegia a outra, que aceitava o papel de irmã menor.

Enquanto Gillian recordava a vida de sua irmã Joanna, morta aos 11 anos, Jennifer recordava a de Jacqueline, de seis. Elas conheciam as brincadeiras de suas irmãs e colocavam nas bonecas exatamente os mesmos nomes. Houve uma vez em que seus pais as ouviram falar do acidente, descrevendo sensações e a lembrança do sangue saindo de suas bocas. Além disso, demonstravam uma fobia a veículos que passavam pela rua.

Entretanto, precisamente aos cinco anos, idade em que os cientistas coincidem em apontar um limiar para a recordação de vidas passadas, as pequenas deixaram de experimentar esses comportamentos estranhos. O caso teve tanto impacto que foi publicado no livro European Cases of the Reincarnation Type.





Fonte: http://arquivosdoinsolito.blogspot.com.br

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Especialista lista riscos que Coca-cola pode causar ao corpo


Todos nós já vimos vídeos do que a coca-cola pode fazer com ossos de frango, moedas, etc. No entanto, esta é a primeira vez que alguém se dispõe a relatar o que as substâncias contidas na bebida podem fazer com nosso organismo. O farmacêutico Niraj Naik divulgou em seu blog, sete etapas dos efeitos da bebida no corpo.

Após dez minutos bebendo uma lata de 330ml de coca cola, dez colheres de chá de açúcar estarão circulando no seu organismo. Isso é mais do que o dobro da dose diária recomendada para uma pessoa comum. Segundo Naik, a quantidade de açúcar é tão alta que o comum seria que a pessoa vomitasse, mas o ácido fosfórico contido na bebida 'corta o sabor' e permite que os 330ml sejam finalizados.

Nos próximos 40 minutos, as suas pupilas dilatam, o açúcar no seu sangue aumentará significativamente e você sofrerá um pico de cafeína. Depois de 60 minutos, a festa no organismo acaba e o cansaço chega junto com uma vontade quase incontrolável de urinar. A pessoa se torna irritadiça e, provavelmente, desejará uma nova coca-cola.

Niraj afirma que a "Coca-Cola não tem apenas sacarose, mas também sais refinados e cafeína. O consumo regular desses ingredientes nas quantidades elevadas que você encontra na Coca-Cola e outros alimentos processados pode levar ao aumento da pressão arterial, doença cardíaca, diabetes e obesidade."

10 minutos – Uma quantidade parecida com 10 colheres de chá de açúcar golpeiam seu organismo (100% da recomendação diária). Com essa quantidade de açúcar, você só não vomita imediatamente porque o ácido fosfórico quebra o enorme sabor de açúcar, permitindo que a Coca não fique tão doce.

20 minutos – O açúcar do seu sangue aumenta, causando uma explosão de insulina. Seu fígado responde transformando todo o açúcar em gordura (que nesse momento é abundante).

40 minutos – A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, sua pressão aumenta e, como resposta, seu fígado joga mais açúcar em sua corrente sanguínea. Os receptores de adenosina no seu cérebro são bloqueados, evitando que você fique entorpecido.

45 minutos – Seu corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do seu cérebro. Fisicamente, é exatamente isso que acontece se você tomar uma dose de heroína.

60 minutos – O ácido fosfórico prende o cálcio, o magnésio e zinco no seu intestino grosso, provocando um aumento no metabolismo. Essa junção é composta por altas doses de açúcar e adoçantes artificiais. Isso também faz você eliminar cálcio pela urina.

65 minutos – A propriedade diurética da cafeína começa a agir, e faz você ter vontade de ir ao banheiro. Agora é certo que você ira defecar a junção de cálcio, magnésio e zinco; que deveriam ir para seus ossos, assim como o sódio e a água.

70 minutos – O entusiasmo que você sentia, passa. Você começa a sentir falta de açúcar, que faz você ficar meio irritado e/ou com preguiça. Essa hora você já urinou toda a água da Coca, mas não sem antes levar junto alguns nutrientes que seu corpo iria usar para hidratar o organismo e fortalecer ossos e dentes.





Fonte: www.verdinhoitabuna.com.br

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Bacon e bolo: site lista 13 coisas melhores do que sexo

O que poderia ser melhor que sexo com a pessoa que ama? De acordo com pesquisas, muitas coisas. Isso não quer dizer que a vida sexual não seja importante, mas que outras coisas são prioridade, como beber chocolate quente e comer bacon. Veja 13 itens classificados como melhores que sexo, sendo a maioria listada pelo site Your Tango:


Comer


Em 2012, Today e Match.com revelaram que, se tivessem que escolher, um em cada três solteiros iria preferir alimentos em vez de sexo. E veja as iguarias mais cobiçadas: chocolate (26%) e carne (25%). E o amor pela comida não para por aí. Em outro estudo, 74% das mulheres francesas disseram preferir comer a fazer sexo, sendo que 25% das entrevistadas têm mais prazer com alimentos do que quando fazem sexo. Cerca de metade iria pular uma brincadeira a dois por chocolate, seguido por queijo (39%).


Bacon

Qual alimento homens e mulheres concordariam ser melhor do que sexo? O bacon leva o título da escala de prazer, de acordo com uma pesquisa realizada pela Maple Leaf Foods Inc, com 43% dos canadenses preferindo a iguaria.


Bolo


Uma em cada seis mulheres desistiria do sexo para sempre por uma fatia do seu bolo favorito. Quanto aos homens, apenas 9% estavam dispostos a abandonar a vida sexual pelo doce.


Smartphone


Não é nenhuma surpresa que as pessoas estão viciadas em seus smartphones, mas o amor pelo aparelho pode ir além do esperado. Quando solicitados a classificar o que não poderiam viver sem, adultos americanos revelaram que preferem os celulares a sexo, em pesquisa da Harris Interactive.


Dormir


Cada vez mais ouvimos falar sobre a importância de uma boa noite de sono para o bem-estar. Mas, especificamente para as mulheres, esse descanso é mais valioso do que o sexo. De acordo com o Better Sleep Council, quase 80% das entrevistadas admitiram preferir cair no sono ao encontro amoroso. É rapazes, o consolo é que talvez elas estejam sonhando com vocês.


Ter TV de plasma


Uma pesquisa do Reino Unido mostra que metade dos homens prefere ter uma TV de plasma de 50 polegadas a sexo. Do outro lado da guerra dos sexos, outro estudo do Reino Unido feito pela Now TV mostra que as mulheres gostam mais de assistir ao programa favorito de TV a se divertir na cama.


Beber chocolate quente


Más notícias para os homens irlandeses em dias frios de inverno. De acordo com um estudo realizado pela Cadbury, 70% das mulheres do país admitiram preferir chocolate quente a sexo.


Assistir a partidas de futebol


É verdade, eles realmente amam seus times. Uma pesquisa da loja online de brinquedos sexuais Bondara revelou que 40% dos homens britânicos escolheriam assistir a um jogo de futebol em vez de se exercitar na cama com alguém.


Masturbação


De acordo com um infográfico de JimmyJane, 41% das mulheres dizem que preferem se masturbar a ter sexo com alguém. Homens, melhor se empenharem mais na cama.


Ler um livro


Talvez elas estivessem no meio de um romance erótico quando responderam à pesquisa, porque as mulheres ouvidas pela Now TV classificaram ler um livro como algo melhor que sexo.


Ser magra


Responda rápido: você prefere ter o corpo dos seus sonhos ou boas noites de sexo? Se prioriza ser magra, faz parte da maioria. De acordo com uma pesquisa com americanas feita para a revista Fitness, 51% das mulheres ficariam um ano sem sexo se isso significasse que poderiam entrar em forma.


Garantir emprego


Os homens casados e com filhos fariam grandes sacrifícios para garantir a vida da família. De acordo com uma pesquisa do cassino online Roxy Palace, do Reino Unido, 43% viveriam sem sexo se isso significasse manter seus empregos.


Casa arrumada


Você prefere casa limpa e arrumada ou sexo? Segundo pesquisa encomendada pela fabricante de eletrodomésticos Beko, a escolha dos britânicos é o lar em ordem. O levantamento apontou que 36% das pessoas entrevistadas disseram que casa arrumada é o maior prazer, em comparação com 34% que escolheram feriado, 18% sexo e 11% uma boa noite fora.






Fotos: iStock

10 casos de Poltergeist Brasileiros



Todo mundo adora falar de Poltergeist, mas, aposto que até hoje, só havia visto matérias feitas usando exemplos com casos internacionais, como na Inglaterra, nos EUA, Alemanha, etc.

A seguir estão relatados 10 casos de Parapsicologia completamente nacionais e, até mesmo, inéditos para alguns.

Pra quem não sabe, ou não se lembra, Poltergeist é um tipo de evento sobrenatural que se manifesta deslocando objetos e fazendo ruídos.


1- Jardim Europa, São Paulo - 1948.

Uma família teve sua residência assolada dias e dias por várias chuvas de pedras que se atiravam contra a casa, quebrando vidraças e provocando muitos estragos. A polícia foi chamada, vizinhos foram interrogados.

As investigações não conseguiram dar conta de explicar a ocorrência dos estranhos fenômenos. Além das pedras, dentro da casa objetos desapareciam e reapareciam em lugares inusitados, como fotos de família que apareceram dentro do vaso sanitário. Peças de roupas apareciam retalhadas. (Caso relatado por Fátima Regina Machado.)


2- Pirituba, São Paulo - final de 1970, início de 1980.

Uma família se via assustada com eventos estranhos que ocorriam em sua residência. A modesta casa, que sempre fora extremamente limpa e bem cuidada, começou a sofrer ataques constantes de tijolos e terra.

Sem que houvesse qualquer dano no telhado, eles se “atiravam” dentro dos cômodos, como se materializassem no ar, provocando muita sujeira e estragos nos móveis comprados com tanto sacrifício.

Na cozinha, como se não bastassem esses ataques, pratos e xícaras “teimavam” em não permanecer dentro do armário, lançando-se ao chão, como se uma grande força os impulsionasse para fora das prateleiras.

Por vezes, a luz do banheiro se acendia sem que ninguém estivesse naquele cômodo. Os fios elétricos que percorriam os caibros do telhado sem forro do quarto apareceram picados, como se alguém tivesse utilizado uma faca para fazê-lo. (Caso relatado por Fátima Regina Machado.)


3- Periferia de São Paulo, 1983.

Um casal e seus três filhos (um menino de 12 anos e duas meninas, uma de 8 e a outra de 3 anos de idade) ficaram perplexos diante de estranhos eventos que aconteciam em sua residência. As cortinas se balançavam, chegando por vezes até o teto, mesmo quando as janelas e portas estavam completamente fechadas.

Certo local da casa apresentava temperatura sensivelmente mais fria do que os outros cômodos, e alguns objetos se moviam como se tivessem vida própria. (Caso relatado por Fátima Regina Machado.)


4- São José do Norte, Rio Grande do Sul - Final do Séc. XIX.

Sem motivo aparente, a casa de uma família - com duas crianças, um homem e sua mulher - começou a ser apedrejada.

Um grande número de pessoas cercaram a casa e observaram, mesmo em plena luz do dia, e ninguém conseguia saber de onde partiam as pedras que quebravam as vidraças e perturbavam os moradores.

A suposta causa seria a presença de Benito Juárez (arqui-inimigo dos imperadores Maximiliano I, do México; e Napoleão III, da França) que teria reencarnado no morador da casa, Otávio Peixoto(que morreu em 1920), e provocado a revolta dos espíritos dos imperadores em questão, que haviam descoberto sua localização.


5- Jaboticabal, São Paulo - Dezembro de 1965.

Uma respeitável família católica tornou-se o centro de uma atividade poltergeist maliciosa e violenta.

Para começar, pedaços de tijolos começaram a cair dentro da casa, aparentemente do nada. Um padre local tentou um exorcismo, mas isso só piorou as coisas.

Um vizinho, João Volpe, dentista, que tinha estudado assuntos psíquicos, tornou-se interessado e visitou a casa em 21 de dezembro.

Ele logo percebeu que o foco dos distúrbios era uma menina tranquila e bonita de 11 anos de idade chamada Maria José Ferreira, que dormia no quarto dos empregados.

Volpe achava que ela era um meio natural para justificar tais eventos e a levou para sua casa para ver o que podia fazer. Nada aconteceu por uns dias, mas então os bombardeios de pedras e ovos começaram, aparecendo do nada e voando pelos quartos.

Mais tarde Volpe havia contado 312 pedras que tinham caído dentro de sua casa desde que Maria chegou. Nem todas essas pedras eram pequenas, como é frequentemente num caso de poltergeist - uma delas pesava 3,7 quilos.

Em uma ocasião, uma grande pedra apareceu e começou a descer do teto, depois ela se partiu em dois pedaços a cerca de quatro metros do chão. Quando alguém pegou as duas peças, elas pareciam se encaixar como se fossem magneticamente atraídos uma pela outra.

Maria começou a se acostumar com a atividade frenética, e foi mesmo capaz de pedir a presença invisível de um doce, uma flor ou algum outro item pequeno, que ele apareceria imediatamente a seus pés.

Mas , por alguma razão o poltergeist mudou seu caráter e um dia recomeçou a confusão na casa. Por quase três semanas pratos, copos e vasos de flores, mesmo pesados, ​​foram lançados ao redor da casa em todas as direções.

Todos os utensílios de mesa foram quebrados, móveis foram jogados e fotos foram arrancadas das paredes e atiradas em outras salas. Em uma ocasião, duas pessoas testemunharam um prato de vidro da cozinha e um espelho do quarto se cruzarem no ar antes de prosseguir para o quarto e cozinha, respectivamente.

Em seguida, Maria se tornou o alvo de ataques ferozes. O poltergeist repetidamente batia nela, dando-lhe tapas no rosto ou na parte inferior, deixando hematomas por todo seu corpo. Ele jogou cadeiras para ela, um grande sofá, e até mesmo um cilindro de gás que tinha sido arrancado da parede.

Aparentemente, ele também tentou matá-la por asfixia enquanto ela dormia, forçando xícaras ou copos sobre a boca e narinas.
Agulhas foram encontradas, às vezes, presas profundamente à carne de seu calcanhar esquerdo, mesmo quando ela tinha sapatos e meias. Uma vez, 55 agulhas tiveram que ser removidas.

Quando bandagens foram colocados em seu calcanhar, elas foram arrancadas, sem os nós serem desatados.

As coisas pioraram. Em 14 de março de 1966, Maria estava comendo seu almoço escolar, quando as roupas dela de repente pegaram fogo, aparentemente provenientes de uma pequena marca redonda que parecia ter sido causado por um cigarro. Na mesma tarde o quarto de Volpe explodiu em chamas.

A esse ponto, Maria vivera com Volpe por cerca de um ano durante o qual os fenômenos diminuiram um pouco, mas nunca pararam completamente. Finalmente, em uma última tentativa desesperada para encontrar uma cura, Volpe a levou para um centro espírita.

Um espírito veio e falou por meio de um respeitado medium, Chico Xavier, e anunciou: "Ela era uma bruxa. Muita gente sofreu e eu morri por causa dela. Agora vamos faze-la sofrer também..." De volta à casa de Volpe, haviam orações especiais e apelo à guias espirituais, que impediam qualquer ataque mais grave contra a menina, ainda assim ele não conseguiu parar a atividade poltergeist completamente.

Pedras, frutas e legumes ainda voaram em torno da casa quando Maria estava presente.

Pensando que não havia mais nada a ser feito, a menina foi mandada de volta para morar com a mãe.

Um dia, em 1970, quando ela tinha quinze ou dezesseis anos, Maria cometeu suicídio por ingestão de formicida misturado com um refrigerante, e morreu quase que instantaneamente.


6- Porto Alegre, Rio Grande do Sul - 1988.

Durante mais de dois anos, o fenômeno envolveu toda uma família, que presenciou, entre outras coisas, cenas de fogo espontâneo e objetos "voando" soltos no espaço.

Philippe van Putten, da Revista Planeta, esteve no local, relatando o que viu; "(...)Sob os auspícios da ABP - Academia Brasileira de Paraciências -, voamos para Porto Alegre, Rio Grande do Sul, com o propósito de promover levantamentos preliminares acerca do fenômeno.

Na manhã de 17 de maio de 1990, com o apoio de uma equipe da RBS TV Gaúcha, seguimos para a Vila Santa Rosa, bairro da periferia de Porto Alegre.

Entramos numa ruela de barro e paramos diante da humilde moradia onde estranhos fenômenos vinham sendo observados.

Poucas semanas antes, a equipe da RBS TV Gaúcha conseguira filmar uma parapirogenia segundos após a sua eclosão.

Na mesma época, um câmera do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) registrou o momento em que a roupa de uma das moradoras da casa começou a pegar fogo.

As duas gravações tornaram-se documentos muito importantes, uma vez que o poltergeist é, normalmente, muito evasivo, cessando repentinamente diante de câmeras e de pesquisadores.(...) Na casa, fomos recebidos por Blonilda Andrades Cardoso, de 55 anos, que pacientemente nos descreveu os acontecimentos.

Blonilda, dona da casa, nos acompanhou pelos pequenos cômodos, mostrando a quantidade assustadora de danos causados pela parapirogenia e pelo "quebra-quebra" de objetos lançados por forças paranormais.

No terreno em que estávamos existem três construções: uma de alvenaria, à entrada, que ainda está pronta, e outras duas nos fundos - uma de alvenaria e outra de madeira. Nas duas casas dos fundos o fogo paranormal danificou colchões, lençóis, cobertores e quase todas as peças de roupa da família.

Jorge Luís Andrades, filho de Blonilda, teve de pedir emprestadas para poder ir trabalhar.

Na casa de madeira em que mora Mirian Andrades de 35 anos, irmã de blonilda, nem a máquina de costura escapou do fogo.

Blonilda e seus familiares perderam quase tudo em função da parapirogenia e do vôo dos objetos.

Em casos como esse, em geral existe um epicentro humano, isto é, uma pessoa que, inconscientemente, atua como vetor das forças do poltergeist.

Segundo Blonilda Andrades, desde 10 de maio os fenômenos que vinham ocorrendo na casa cessaram. Naquele mesmo dia, Marli, uma moça que morava com a familia, viajou para Alegrete, no interior gaúcho. A partir dessas informações, foi fácil detectar o epicentro do poltergeist.

Concentrando a atenção no histórico do convivio da jovem com a família, descobrimos que os primeiros fenômenos foram observados ao redor de março de 1988, poucos meses após o início da relação entre eles.

Marli Freitas de Oliveira, de 26 anos, namorada de Jorge Luís Andrades, parece levar consígo o poltergeist para todos os lugares em que vai.

Ela e o namorado moravam num casebre, nos fundos de um terreno que fica quase em frente ao de Blonilda. Naquele terreno, numa casinha de madeira, cerca de 10 metros distante da moradia de Marli, residem Inês Darolt Cardoso, seu marido Jean Danilo Cardoso (também filho de Blonilda) e Gislaine Darolt Cardoso, de 6 anos, filha do casal.

O poltergeist foi observado em todas as casas da família, mesmo quando Marli se encontrava distante, do outro lado da rua.

Curiosamente, o fenômeno não se propagou para nenhuma das casas vizinhas, permanecendo restrito aos ambientes habitados pelos dez componentes da família.

Quando tudo começou, em 1988, a parapirogenia não ocorria. Os fenômenos se limitavam ao deslocamento paranormal de objetos. O fogo foi visto pela primeira vez em 25 de março de 1990.

Em todas as casas, móveis e utensílios foram vistos "voando" e dançando sozinhos. Já em março de 1988, Blonilda acompanhara as andanças de um copo sobre a mesa e os movimentos ordenados das cadeiras, que se moviam como se tivessem inteligência.

A parapirogenia nas quatro casas costuma ser precedida por um cheiro de queimado. O odor surge antes da fumaça e do fogo, colocando todos em alerta. Na casa de Blonilda, um armário incendiou-se por inteiro, queimando uma parte do teto.

A combustão se dá até quando Marli está dormindo. Numa ocasião, o próprio colchão em que ela estava começou a queimar e o fogo chegou a atingi-Ia no pescoço.

Apesar de o fogo espontâneo ser usualmente apagado com água, Inês e Bionilda disseram que, em muitas ocasiões, viram a roupa molhada, pendurada no varal, começar a queimar. Certo dia, a combustão ocorreu em roupas que estavam sob a chuva.

Quando chegamos à Vila Santa Rosa, Marli, o epicentro, estava em Alegrete. Mais tarde soubemos que o poltergeist a acompanhara até lá.

A moça, de acordo com as declarações dos amigos e dos vizinhos, é muito boa e se dá bem com todos. Aparentemente, mostra-se calma e não arruma confusão com ninguém.

É um pouco introvertida e não aprecia falar sobre a sua vida. Apesar do convivio de quase dois anos, ninguém soube esclarecer aspectos sobre o seu passado.

Não sabiam dizer, por exemplo, se Marli tinha uma opção religiosa, nem se é uma pessoa interessada por cultos que lidem com fenômenos psiquicos.

Lucrécia Santa Rosa, de 17 anos, filha de Blonilda, parece ter sofrido efeitos de indução parapsicológica através do contato com Marli. Lucrécia não somente presenciou, inúmeras vezes, parapirogenias e deslocamentos de objetos pelo ar, como também ouviu vozes e foi atacada.

Na casa de Inês e Jean, a porta do banheiro e os móveis de cozinha sofreram fortes estragos por presenças invisíveis.

Lucrécia já viu roupas suas voando e teve um colar arrancado do pescoço sem que ninguém estivesse por perto.

Na escola, sentiu empurrões e leves chutes nas pernas. Com a viagem do epícentro para Alegrete, não sentiu mais nada.

Lucrécia ouvia vozes de crianças chorando e pedindo ajuda. Isso levou todos a pensarem na hipótese de estarem sofrendo uma intervenção espiritual de entidades psi-teta (inteli-gências invisíveis e autonomas).

Passaram a crer que Marli deve ser médium, ou então que é alguém servindo como alvo de zombaria para espíritos malévolos."


7- Santa Rosa, Rio Grande do Sul - 1988.


Leonice Fitz

Leonice Fitz então com 13 anos de idade conseguia movimentar objetos, estourar lâmpadas, e até mesmo manter estranhos ‘diálogos’ com ruídos que se originavam nas paredes de sua casa.

Isso fez com que em pouquíssimo tempo Leonice ficasse conhecida como “ A Paranormal de Santa Rosa” ou “A menina Poltergeist”, entre outros.

Os fenômenos vieram a público em abril de 1988, quando o jornal “Zero Hora” estampou em sua capa, uma foto da menina erguendo o colchão de sua cama sem toca-lo.

De acordo com sua mãe, Ema, hoje com 64 anos, desde bebê ela já mantinha um comportamento esquisito.

Quando em idade escolar, divertia-se fazendo brincadeiras de mau-gosto com os colegas, como fazer voar os bonés dos meninos pelas janelas da sala de aula, e fazer com que pedras da estrada levitassem dançando pelo ar no caminho para casa.

O pai, Arnildo Fitz, falecido em 2003, aos 57 anos, relatava que o caso havia se agravado em Novembro de 1987, quando fatos assustadores passaram a acontecer.

Papéis picados apareciam do nada em baixo da cama da filha, lâmpadas piscavam freneticamente e explodiam logo em seguida, baldes de água se locomoviam sozinhos e colchões se contorciam até dobrar ao meio.

E somente Arnildo era capaz de, com olhares, exercer algum poder sobre as ‘atividades’ de Leonice, assim evitando que ela despedaçasse o restante das louças, que voavam de encontro a parede mais próxima.

Relatos de familiares, vizinhos e amigos constatam que o fato é mesmo verdadeiro, e que na passagem da infância para adolescência para ela era tudo brincadeira, mas com o amadurecimento, foram se tornando incômodas as especulações dos curiosos, a falta de privacidade e a peregrinação que faziam em frente à sua casa.
Com a proporção que os acontecimentos foram provocando, a prefeitura de Santa Rosa pediu ajuda ao padre e parapsicólogo, Edvino Friderichs, que tratou dela até o fim dos anos 80.

- O problema é que ela acha graça quando isso acontece, sem levar em conta que se trata de um desequilíbrio físico e psíquico. - Ressalta o Padre.

Padre Friderichs tentou ensiná-la a controlar o porão obscuro da mente. Não tardou para que com isso uma verdadeira invasão da humilde casa onde moravam fosse desencadeada:

Havia mais de 100 pessoas que faziam de tudo para poder espiarem o que estava ocorrendo dentro da casa. Uns subiam até em mesas e cadeiras.

A BM foi chamada para bloquear a estrada, enquanto se faziam os métodos de relaxamento muscular, que segundo o Padre, iriam acabar com os fantásticos e raros fenômenos.

Não adiantou. Ela seguiu conversando com o além, o interlocutor preferido era o tio-avô Otto Fitz, a quem se atribuíam façanhas como hipnotizar serpentes e adormecer touros bravios.

Enquanto Leonice falava, a alma do antepassado percutia as respostas codificadas na parede. Na época o padre tinha 72 anos.

Os fenômenos, segundo ele, eram provocados pelo poder de sua mente, ou seja, um sexto-sentido anda pouco usado pelos humanos mas que algumas pessoas teriam mais desenvolvido.

Na fase adulta, não parava nos empregos de doméstica, parecia uma feiticeira de avental a assustar as patroas. Numa ocasião, o ferro de passar roupa esquentou, embora estivesse desligado. Em outra, as bocas do fogão a gás se acenderam sem que fossem acionadas.

Leonice manteve um consultório espiritual por 10 anos. Assegurava que seus dotes eram usados para curar pessoas com distúrbios, possessas, que vinham até do Paraguai e da Argentina.

Um dos pacientes mais endiabrados foi um rapaz de Porto Mauá, que atearia fogo em galpões tendo por combustível a força do pensamento.

Um pouco antes de adoecer (Leonice Fitz faleceu em 2010 aos 34 anos vítima de câncer nos ossos). Leonice surpreendeu seu marido, o jardineiro Armindo Herzog, 57 anos.

Os dois foram ao supermercado, Armindo trancara a porta da casa e metera a chave no bolso. Durante as compras, ela avisou:
— Ó, acabei de abrir a nossa casa.

— Não pode. A chave está comigo — protestou o marido.

Ao voltarem, o boquiaberto Armindo deparou-se com a porta escancarada. E não foi obra de ladrões — garantiam os dois.

Em entrevista cedida pouco antes do falecimento, a Leonice enferma não gostava de lembrar-se da Leonice menina, que atraiu exorcistas, caçadores de fantasmas, aloucados e multidões de curiosos ávidos por assistirem a mesas gravitando como espaçonaves.
— Por que tive de ser diferente dos outros? — penalizava-se.

E será que os poderes paranormais continuaram ativos?

Antes de responder, ela acende mais um cigarro - a média era um a cada 10 minutos — apontando para a luz que iluminava o quarto, disse:
— Se quiser, desligo aquela lâmpada, eu desligo. Mas tenho medo de fazer isso e não parar mais. Aí, quem vai me ajudar?

(Obs.: Fátima Regina Machado e Wellington Zangari são pesquisadores, especialistas no fenômeno poltergeist ou RSPK (psicocinesia recorrente espontânea), como é tecnicamente chamado em Parapsicologia, que apresentaram resumidamente três casos investigados pessoalmente por eles no Estado de São Paulo.)


8- Periferia da Zona Leste, São Paulo - 1983.

Uma família entrou em contato com Zangari a fim de esclarecer a respeito de eventos peculiares que ocorriam em sua residência. Assim, o pesquisador esteve presente durante uma semana inteira no local a fim de verificar o que estaria realmente acontecendo.

Segundo testemunhas, "(...) Objetos sumiam para aparecer posteriormente do lado de fora da casa, vultos escuros eram vistos, brisas geladas eram percebidas em determinados pontos da residência e colchões, móveis e roupas eram queimados sem que ninguém tivesse colocado fogo neles.

Tudo acontecia às vistas dos moradores da casa (pai, mãe e três filhos) sem que ninguém fizesse o menor movimento. A família, que era espírita, acreditava que tudo fosse causado pela ação de espíritos desencarnados, que agiam por intermédio do filho mais velho, então com 12 anos de idade.
Apesar da explicação religiosa encontrada pela família, aceitaram que um pesquisador acompanhasse o caso."

Ocorrências foram diretamente observadas pelo pesquisador. A primeira e mais impressionante aconteceu enquanto a família oferecia um lanche à Zangari na cozinha da casa e conversavam a respeito do caso.
Até aquele momento, o pesquisador não observara nenhum evento poltergeist e preparava-se para deixar o local.

Então, de repente, a tampa do bule de alumínio que estava sobre a mesa começou a girar violentamente, deu um salto, bateu no teto e voltou à mesa. Todos ficaram atônitos.

Nenhuma fraude foi detectada, o que não significa que todos os eventos narrados anteriormente fossem genuínos.

“Os fenômenos pareciam estar relacionados ao filho de 12 anos. O garoto dizia ser capaz de se comunicar com os vultos que, segundo ele, faziam exigências absurdas: mudar de casa, trocar de carro, deixar o garoto ficar em casa em vez de ir à escola... As exigências eram atendidas, pois a família temia a represália dos espíritos.

O pesquisador verificou que aparentemente os fenômenos eram utilizados inconscientemente pelo menino como forma de livrar-se de obrigações e também para satisfazer seus desejos e dominar a família.

Sendo então estudante de Psicologia, o pesquisador iniciou uma orientação familiar com a finalidade de discutir e redefinir os papéis familiares.

À medida que o relacionamento familiar foi recuperando o equilíbrio, os fenômenos foram escasseando até cessarem.”

A família preferiu, então, retornar ao acompanhamento espírita ao qual recorrera no início do caso e perderam o contato com o pesquisador.


9- São Paulo - 1994.

Estando em São Paulo, capital, Wellington Zangari ouviu pelo rádio notícias a respeito de “fogos espontâneos misteriosos” que estariam ocorrendo em uma cidade interiorana do Estado.

Relatou a notícia a Fátima Regina Machado e ambos decidiram ir até o local e verificar se seria possível realizar uma investigação sobre os ditos “fogos misteriosos”.

Não foi difícil encontrar o local das ocorrências, pois toda a cidade sabia do episódio e o lugar já se tornara uma espécie de “atração turística”.

O padre local ajudou os investigadores a entrarem em contato com a família que habitava a casa onde os fogos surgiam. Uma primeira entrevista foi agendada para aquele mesmo dia.

A família, composta por marido, esposa e dois filhos, uma criança com cerca de seis meses de idade e a outra com cerca de uma ano e meio de idade.

Nesse primeiro contato, os pesquisadores se apresentaram, falaram de seu trabalho e, basicamente, colheram dados sobre as ocorrências.
O marido estava muito preocupado. Ganhava pouco, a casa era simples, não tinham muita coisa e aqueles pequenos incêndios estavam destruindo o pouco que tinham, como roupas, panos de prato, cortinas, móveis, revistas e papel higiênico.

A esposa era quem estava sempre presente e geralmente identificava os focos de incêndio. As crianças eram muito pequenas e não entendiam o que acontecia.

A esposa supunha que aquele fogo, assim como a queda de certas pedras que, segundo ela, foram atiradas “misteriosamente” em seu quintal, e o sumiço de dinheiro seriam fruto da ação de espíritos ou entidades que estariam habitando o local. O marido não sabia como explicar aqueles fatos.

O padre tentava tranqüilizá-los e confortá-los através da ajuda espiritual. Nesse primeiro encontro, esses foram os dados levantados.

Os pesquisadores passaram dois dias na cidade. Deixaram seu telefone para contato, pedindo para serem informados se as ocorrências se repetissem. Então, retornaram à capital.

Cerca de três dias depois, a "esposa" telefonou aos pesquisadores pedindo socorro, pois os incêndios tinham-se intensificado.

Machado e Zangari, acompanhados do Dr. Paulo Urban, médico psiquiatra e, na ocasião, membro do antigo Eclipsy (hoje, Inter Psi) dirigiram-se novamente ao local das ocorrências, onde permaneceram por três dias.

Fizeram um levantamento da história de vida do casal envolvido nas ocorrências, ouviram a versão de vizinhos e presenciaram muitos incêndios supostamente espontâneos, sempre detectados pela "esposa".

De acordo com tudo o que foi observado, somando-se o testemunho de vizinhos e as características dos depoimentos dados pelo casal, os pesquisadores desconfiaram tratar-se de uma fraude.

Assim, deixaram uma câmera de vídeo ligada registrando todos os movimentos de um determinado local sem que o casal soubesse, enquanto estavam lá aguardando que novos incêndios ocorressem.

Efetivamente esses incêndios ocorreram e flagrou-se a fraude, que está registrada. A "esposa", diante da filmagem, confirmou sigilosamente em um depoimento gravado que estava descontente com seu casamento e estava disposta a acabar com tudo.

O padre que acompanhava o caso teve uma longa conversa com ela e dissuadiu-a a continuar utilizando desses artifícios para resolver seus problemas, caso contrário, teria que entregar o caso à polícia, pois ela estava colocando em risco a vida de sua família.

Os pesquisadores sugeriram um acompanhamento e uma terapia psicológica para a mulher. Decidiu-se omitir do "marido" a constatação da fraude e sua autoria, pois caso ele tivesse acesso a essa informação, as conseqüências poderiam ser trágicas.

Segundo informações fornecidas pelo padre tempos depois, não houve mais ocorrências de “fogos misteriosos” naquela casa.


10- Zona Sul de São Paulo - 1996.

Machado e Zangari receberam um chamado de uma jovem mulher (JM) que vivia na Zona Sul da capital paulista. Ela descreveu brevemente eventos que lhe pareciam estranhos e aconteciam com certa freqüência em sua residência há algum tempo.

Tratava-se principalmente da quebra de copos e pratos de vidro, do aparecimento e desaparecimento de objetos e da ligação espontânea do rádio-relógio e do aparelho de som.

Uma primeira visita foi agendada. Nessa visita, os pesquisadores apresentaram sua forma de trabalho, garantiram o sigilo quanto à identidade das pessoas envolvidas no caso através da assinatura em duas vias de um termo de compromisso, colheram depoimentos sobre as ocorrências e agendaram um novo encontro para dali a dois dias.

Na residência, um apartamento de dois quartos, sala, cozinha banheiro e área de serviço, vivia um casal sem filhos: JM, a esposa com 36 anos de idade, e LK, o marido com 53 anos de idade. As ocorrências começaram com fortes estalidos que o casal ouvia, vindos da cozinha enquanto ambos assistiam à TV.
Na cozinha, aparentemente nada de estranho havia ocorrido, mas depois verificaram que o copo usado por LK para tomar sua habitual dose de uísque antes do jantar estava em pé em cima da pia, mas quando tocado, partia-se.

O fundo saia, como se tivesse sido cortado com diamante. Isto aconteceu por várias vezes, sempre com o copo utilizado por LK.

Por duas vezes, em madrugadas de terça para quarta-feira, às três horas da manhã, o casal foi acordado na primeira vez pelo rádio-relógio do quarto que ligou-se sozinho e, na segunda vez, pelo aparelho de som da sala - “xodó” de LK - que ligou-se sozinho no último volume.

Vale dizer que o rádio relógio fica no criado mudo do lado em que LK dorme. Uma fronha amarela, com velcro, típica de travesseiro de criança apareceu, segundo o casal, misteriosamente no quarto deles.
Um conjunto de vasos de violetas preso a um suporte único que ficava no banheiro desprendeu-se misteriosamente, sem romper as correntes e sem danificar o suporte preso à parede, indo espatifar-se no chão.

Nenhuma janela estava, então aberta; não havia correntes de ar. Um prato, utilizado por LK para jantar e depositado sobre a pia, foi encontrado no dia seguinte: parte em cacos dentro da pia, limitando-se a um dos lados da cuba, e outra parte, meia borda, no chão, virada para baixo, como que cortada com um diamante.

Foram realizadas, ao todo, três visitas de cerca de três horas ao local. Essas visitas ocorreram em um intervalo de vinte dias.

Desde que os pesquisadores começaram a lidar com o caso, nenhum dos eventos descritos ou qualquer outro do mesmo tipo voltou a acontecer.

Depois de longas conversas com o casal acerca de seu relacionamento e de seus hábitos de vida - detalhes que não cabe aqui colocar, não só pelo limite de espaço, mas também pelo sigilo assumido - concluiu-se que JM desejava ardentemente ter um filho e LK, que a princípio resistia a essa idéia, depois passou a não dar importância a ela.

O casal confessou que discutia freqüentemente sobre o assunto e JM colocava no marido a culpa por não conseguir engravidar. Ela, que tentava engravidar há meses e não conseguia, fez uma série de exames e constatou ter perfeitas condições físicas para ser mãe.

Pediu ao marido para que fizesse exames para verificar se tinha algum problema. Ele recusava-se a fazê-los. Para JM, uma família só seria completa se composta por pai, mãe e filhos.

Ela conserva o segundo quarto da casa decorado como um quarto infantil, cheio de brinquedos e bonecas. Demonstrou ter muito ciúme especialmente de uma boneca, não permitindo nem que a pesquisadora a tocasse.

As ocorrências narradas pareciam todas traquinagens de criança. Aparentemente, JM estaria punindo LK por seu desinteresse em ter filhos, quebrando e bulindo com suas coisas. Quando deu-se conta disso, JM ficou estarrecida.

Depois de uma breve terapia de casal, LK disse que faria os exames e ambos se comprometeram a realizar exames encefalográficos para serem arquivados junto com os dados colhidos. Foram aplicados testes psicológicos ao casal.

Machado e Zangari ainda não receberam os EEGs prometidos. Até onde se tem notícia, os fenômenos cessaram.






Fonte: http://arquivosdoinsolito.blogspot.com.br