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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Pecados, demônios e tentações em Chaves


Roberto Gómez Bolaños, apelidado, num exagero quase perdoável, de “Pequeno Shakespeare”, é o criador de uma das mais sutis, brilhantes e temíveis representações do inferno em qualquer das artes: o seriado “Chaves”

Sartre escreveu em sua famosa peça “Entre Quatro Paredes”, de 1945, que “o inferno são os outros”. Não existe uma definição universalmente aceita sobre o conceito de in­ferno na tradição teológica ocidental. Segundo o historiador Jean Delumeau, no livro “Entrevistas Sobre o Fim dos Tempos”, o catolicismo tradicional, apoiando-se em Santo Agostinho, apregoava a “existência de um lugar de sofrimento eterno para aqueles que tiverem praticado um mal considerável nessa vida e dele jamais se tenha arrependido”.

Essa noção, um tanto incongruente com a imagem de um Deus misericordioso, não prosperou fora do imaginário po­pular, sendo substituída pela so­lução do Purgatório, desenvolvida no século II, sobretudo, por Orígenas.

Nin­guém mais estaria condenado para sempre, embora, excetuando-se os santos, todos tivessem que passar por um período variável de purificação, com a garantia da salvação ao final. Santo Irineu discordava. Para ele, “os pecadores confirmados, obstinados, se apartaram de Deus, também se apartaram da vida”. Portanto, após o julgamento final, os condenados seriam simplesmente apagados da existência.

A polêmica continuou pelos séculos dos séculos, com novos debatedores: Tomás de Aquino, Lutero, Joaquim de Fiore. Na literatura, Dante e Milton criaram visões poderosas do inferno. O trio de condenados de Sartre, os cenobitas sadomasoquistas de Clive Barker e os pecadores amaldiçoados de Roberto Bolaños são recriações contemporâneas perturbadoras.

Sim, Roberto Bolaños. Não, não se trata do falecido ficcionista chileno Roberto Bolaño (1953–2003), autor do calhamaço “2666”. O Bolaños com S é um artista infinitamente superior. Refiro-me ao ator, escritor e diretor mexicano Roberto Gómez Bolaños, apelidado, num exagero quase perdoável, de Chespirito, ou “Pequeno Shakespeare” à mexicana.

Ele é o criador de uma das mais sutis, brilhantes e temíveis representações do inferno em qualquer das artes: o seriado “Chaves”. Se, conforme ensinou Baudelaire, “a maior artimanha do demônio é convencer-nos de que ele não existe”, podemos concluir que esse mesmo demônio não iria apresentar seus domínios por meio de estereótipos: escuridão, chamas, tridentes, lava. Em “Chaves”, verdadeiramente, “o inferno são os outros”.

Bolaños encheu sua criação de sinais que devem ser decodificados para que se revele seu verdadeiro sentido de auto moralizante. O primeiro e mais importante é o título. Originalmente, o seriado chama-se “El Chavo Del Ocho”, ou traduzindo do espanhol: “O Moleque do Oito”.

Ninguém sabe o verdadeiro nome do protagonista, que nunca foi pronunciado. Cha­mam-no apenas de “Moleque”. O nome próprio Chaves é uma adaptação brasileira, uma corruptela da palavra “chavo”. É certo que um “chavo”, ou “moleque”, é quem faz molecagens; quem subverte a ordem do que seria moral e socialmente aceito como correto.

Em livre interpretação, o “moleque” é um pecador. Portanto, o seriado trata de pecados. Não de pecados mortais, pois do contrário dificilmente seus personagens gerariam simpatia, mas, com certeza, de pecados capitais.

Ao contrário do que muitos acreditam, o protagonista não mora em um barril, mas na casa número 8. Sendo órfão e morador de rua, foi recolhido por uma idosa, que jamais foi mostrada; e que talvez não exista. Se existir é a morte materializada, pois habita o 8.

Basta deitar o numeral 8 que obtemos o símbolo do infinito. A morte é infinita, pois não há vida antes da vida e após a vida volta-se a condição anterior. A vida pode ser medida pelo tempo, o antes e o depois é, por definição, infinito. O nada infinito, a graça infinita ou a purgação infinita.

O cenário é um labirinto rizomático, sem centro, começo nem fim. Saindo da vila caem em uma rua estreita que leva a um pequeno parque, um restaurante e uma apertada sala de aula. As variações, como Acapulco, são exceções que confirmam a regra.

O universo dos personagens se resume a esse espaço claustrofóbico, onde um ambiente leva a outro que leva a outro que leva a outro, indefinidamente.

Essa vila do “8” nada mais é do que um pedaço do Inferno, especialmente preparado para receber seus hospedes, mortos e condenados no julgamento final. Uma variação cômica de “Entre Quatros Paredes”, onde duas mulheres e um homem (além de um mordomo… mas o comunista Sartre não considerou o representante da classe proletária um personagem pleno) são obrigados a se suportarem mutuamente pela eternidade, num ciclo infindável de acusações e violência.

Não é difícil imaginar a cena: Chiquinha chuta a canela de Quico e faz seu pai pensar que o menino foi o agressor, enervado Seu Madruga belisca Quico, que chama Dona Florinda, que acerta um tapa no vizinho gentalha, que descarrega a raiva no Moleque, que atinge o Seu Barriga quando ele chega para cobrar o aluguel.

Enquanto isso, o professor Girafales, queimando de desejo, bebe café, com um buquê de rosas no colo, sem desconfiar a causa, motivo, razão ou circunstância de tanta repetição.

Os pecados que cometeram em vida transparecem em suas características, medos e frustrações. Chaves, o Moleque, sempre faminto, cometia o pecado da gula. Glutão inveterado, sua preferência por sanduiche de presunto indica desprezo pelas leis de Deus, que proibiu o consumo de porco, esse animal sujo e de pé fendido. Inimigo de qualquer autoridade moral, apelidou seu professor de “Mestre Linguiça”, outra referência a malfadada iguaria suína.

Seu Madruga, que têm muito trabalho para continuar sem trabalhar, cometia o pecado da preguiça. Exigem redobrados esforços suas estratégias de fuga, para não pagar os indefectíveis 14 meses de aluguel. Que nunca se tornam 15 meses, denotando que a passagem do tempo está suspensa. Não é necessário lembrar que 7 + 7 é igual a 14 e que, na tradição crística, 70 x 07 simboliza o infinito. Da mesma forma que o 8, o símbolo de adição deitado torna-se o de multiplicação. Deus mora nos detalhes.

A ganância de Seu Barriga é óbvia. Quem mais cobraria o aluguel mensal praticamente todos os dias? Os golpes que o Moleque lhe aplica sempre que chega a vila faz parte de sua punição. O fato de possuir como veículo uma Brasília amarela liga-o imediatamente ao país Brasil, indicando que em vida deve ter se envolvido em escândalos de corrupção.

Terry Gilliam não escolhe títulos ao acaso.
O pequeno marinheiro Quico, o menino mais rico da vila, é movido pela inveja. Sempre que vê um de seus pobres vizinhos se divertindo com um surrado brinquedo, cobiça aquela alegria simplória e vai buscar um dos seus, sempre maior e melhor, mas que nunca lhe dá satisfação.

O brinquedo do outro, mesmo sendo obviamente inferior, sempre lhe parece mais interessante. Um círculo vicioso de inveja, jamais saciada.

Chiquinha é marcada pela personalidade intolerante, raivosa. Imitando o Pateta, usava o automóvel como uma arma potencializadora de sua ira. Morrendo em uma briga de trânsito, na vila, tenta fazer o mesmo com o triciclo.

Não foram poucas as vezes que atropelou pés e brinquedos. Mas a musa que canta a ira do poderoso Aquiles não se ocupa da ira insignificante de Francisquinha. Sendo a menor e fisicamente mais fraca da vila, só lhe resta chorar, chorar e chorar.

Dona Florinda e o Pro­fessor Girafales foram libertinos do porte do Marquês de Sade e Messalina (ou os próprios). Mestres na arte da luxúria, acabaram condenados a eternidade de abstinência sexual. Frigida e impotente, a mente almeja, mas o corpo não acompanha.

Consomem infindáveis xícaras de café que, com propriedades estimulantes, alimentam ainda mais o fogo que não podem debelar. O professor Girafales fuma em sala de aula não porque “El Chavo Del Ocho” foi gravado antes da praga politicamente correta, mas devido ao fato dele ser portador do célebre cacoete pós-coito de acender um cigarro, fazer um aro de fumaça no ar e perguntar “foi bom para você?”.

Incapaz de cumprir a primeira parte do ritual erótico, involuntariamente reproduz a segunda. Não por acaso, a trilha sonoro de seus encontros é a mesma de “… E o Vento Levou”. A frase final do filme é “amanhã será outro dia”. Na vila, sempre haverá outro dia e outra xícara de café.

Dona Clotilde, a bruxa do 71, padecia de extrema vaidade. O gênio de Bolaños teve a sutileza de convidar uma ex-miss, a espanhola Angelines Fernández, para interpretar a personagem.

Novamente o signo de uma condenação eterna aparece: 71 nada mais é do que 7+1=8. O animal de estimação de Dona Clotilde, significativamente chamado de Satanás, chama atenção para outro elemento importante.

A presença de diversos demônios errantes na vila. Trata-se de uma besta transmorfa. Em alguns episódios satanás é um gato, em outros um cão.

Diferente do paradoxo do coelho-pato de Jastrow, Wittgenstein e Thomas Kuhn, que servia ao desenvolvimento da razão, o gato-cão é uma representação do misticismo, o cão em “pessoa”.
Em 1589 o teólogo Peter Binsfeld, no livro “Binsfeld’s Classification of Demons”, estabeleceu que cada um dos sete pecados capitais possui um patrono infernal. Sintoma­tica­mente, Lúcifer, nome pelo qual muitos chamam satanás, gera a vaidade. Os outros são Asmodeu que gera a luxúria, Belzebu a gula, Mammon a ganância, Belphegor a preguiça, Azazel a ira e Leviatã a inveja. Não nos enganemos: eles rondam a vila. Aparecem circunstancialmente, para promover desordem, dor e tentação.

Se o gato-cão Lúcifer/Satanás ajuda a difundir o boato de que Dona Clotilde é uma bruxa, me parece óbvio que a bela menina Paty e sua tia Glória são Belzebu e Belphegor metamorfoseados em súcubos, demônio sexuais femininos, prontos para atiçar outros apetites no Moleque e tirar Seu Madruga de seu estado de letargia.

Por sua vez, o galã de novelas Hector Bonilla, que visitou a vila, nada mais é do que Asmodeu na forma de um íncubo, demônio sexual masculino, com a missão de tumultuar a relação do casal de libertinos castrados.

Nhonho é Mammon, instigando o pai avaro a gastar. Popis é Azazel, esmerando-se em despertar a ira de Chiquinha com sua futilidade enervante.

Godinez é Leviatã atiçando a inveja de Quico, com suas respostas tão certeiras quanto involuntárias ao Mestre Linguiça. Figuras de pouca relevância como Dona Neves, Seu Furtado, os jogadores de ioiô, os alunos anônimos na escola, os clientes do restaurante, o pessoal do parque e do festival da boa vizinhança, além de outros coadjuvantes, são entidades demoníacas menores, com a função de criar a ilusão de normalidade.

De fato, os frequentadores da vila parecem inscientes de sua condição. Os adultos por serem alto centrados. As crianças por estarem duplamente amaldiçoados, regredidos a condição infantil, talvez como espelho da imaturidade emocional que os levaram a conduta pecadora.

Enquanto muitas pessoas sonham em possuir a experiência da maturidade em um corpo jovem, eles mantiveram o corpo que possuíam na hora da morte, mas quase sem nenhuma experiência. Essas são as sutilezas da burocracia infernal.

O carteiro Jaiminho, em sua função de portador de mensagens, é o único representante do lado de cá. Um médium que tenta fazer contato com essa outra dimensão. Seu constante estado de fadiga é resultado do esforço sobre-humano necessário para cruzar as dimensões.

Prova disso é a descrição que Jaiminho dá de sua terra natal, Tangamandápio. A despeito de existir de fato, sendo localizada a noroeste do Estado mexicano de Micho­acán, trata-se de uma alegoria. Se­gundo o carteiro, tudo em Tangamandápio é colossal. Seria maior do que Nova York e teria uma população de muitos milhões de habitantes.

O que poderia ser tão grande? Obviamente, ela não se refere a uma única localidade isolada, mas a todo o planeta; a terra dos vivos. As cartas que transporta são psicografias e a bicicleta que nunca larga, apesar de não saber andar, nada mais é do que um totem, ao estilo de “A Origem”, necessário para que possa voltar para realidade.

Em “El Chavo Del Ocho”, Bolanõs, o Camus asteca, criou sua própria versão do mito de Sísifo. O Moleque e companhia estão condenados a empurrar inutilmente por uma ladeira íngreme essa imensa pedra chamada cotidiano, que sempre rola de volta, obrigando-os ao tormento do eterno retorno. A pedra de Quico é quadrada, não rola, desliza. É cômico, apesar de trágico.





Mr Catra advogado, roqueiro e avô? Veja curiosidades que você nem imaginava sobre o rei do funk


Mr Catra é o rei do funk. O mais famoso cantor de proibidões espanta cada vez que conta alguma curiosidade de sua vida. Muita gente ainda se assusta com as três mulheres fixas que ele mantém em casa e os 26 filhos frutos dessas uniões. Por trás desse jeito todo excêntrico, poucas pessoas conhecem suas qualidades. Não é à toa que Mr Catra tem três mulheres e nenhuma delas quer abrir mão do funkeiro. Descubra o Catra além dos proibidões e veja por que ele é um bom partido e os caras o chamam de rei

Catra é formado. Se você ainda é daqueles que acham que funkeiro só cabulou aula, mude seu conceito. Catra não só se formou no ensino médio como se formou em direito. Ele só não pegou a OAB, mas fez a faculdade

Catra é de família rica. Exatamente. Ao contrário de muito funkeiro que enfrentou dificuldades quando criança, Catra teve do bom e do melhor quando era mais novo. Ele até era discriminado pelos colegas mais pobres e chamado de negão playboy

Catra já é vovô. O funkeiro tem um casal de netos, que viraram as grandes paixões da vida dele. Catra vive fazendo declarações aos herdeiros nas redes sociais. O carro do cantor tem um adesivo da família toda no vidro traseiro. Coube todo mundo!

Catra é roqueiro. Antes de fazer sucesso como o rei dos proibidões, Mr Catra tinha uma banda de rock chamada O Beco. Ele fazia shows em festivais de música de escolas e faculdades nos anos 80. Era guitarrista do grupo

Catra é sertanejo. Acha que o rei dos proibidões é preconceituoso com estilos musicais? De jeito nenhum. Neste ano, Catra vai gravar um CD sertanejo e terá participações especiais. O cantor é fã de Amado Batista

Catra é judeu.
Catra alega ter se convertido ao judaísmo após uma visita ao Muro das Lamentações, em uma de suas viagens a trabalho pela Europa

Catra é bom pai. Alguém duvida que um cara que tem 26 filhos, sendo dois adotivos, não seja um paizão? Catra está sempre rodeado pela prole e faz questão de expor o lado família nas redes sociais

A primeira mulher de Catra é a Silvia, com quem ele está casado há 16 anos

Catra é romântico, apesar de adorar o proibidão. O funkeiro está sempre fazendo loucura de amor

Catra não tem avião, como muitos dizem por aí. Apesar de rico, ele ainda não fez loucuras consumistas e, segundo o assessor de imprensa, não "bota fogo no dinheiro"

Catra vai virar filme e tem um livro sobre a vida dele também em negociação. Neste ano, Catra faz 25 anos de carreira. Ele gostaria que Lázaro Ramos o interpretasse nas telonas





Fonte: http://entretenimento.r7.com

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Tatuagens femininas de cadeia e seus significados


Como já dito acima esse post se refere as tatuagens feitas na cadeia, se você tem alguma dessas tatuagens, não se ofenda e muito menos perca seu tempo com xingamentos

Um recente estudo realizado nas principais capitais brasileiras, analisou o comportamento sexual das mulheres levando em consideração o tipo de tatuagem que elas têm. O pesquisador E. Mendes entrevistou mulheres em todo o Brasil e chegou a algumas conclusões: “Primeiramente, foi possível constatar que as mulheres tatuadas gostam mais e praticam mais sexo do que as mulheres sem tatuagem“, afirma Mendes. “Parece que o prazer em sentir dor, de alguma forma está ligado à excitação sexual feminina“, 73% das entrevistadas que disseram gostar muito de sexo eram tatuadas, e quase metade das mulheres sem tatuagem que adoram sexo, tem intenção em fazer uma tatuagem.
A pesquisa serviu também para traçar o perfil sexual das mulheres de acordo com o tipo de tatuagem que elas têm.


82% das mulheres com tatuagem de estrela disseram preferir sexo selvagem.
42% das mulheres com uma fada tatuada no corpo preferem sexo oral.
96% das mulheres que tem tatuada a frase Carpe Diem são adeptas do sexo no primeiro encontro.
55% das mulheres com tatuagens tribais têm tendencia ao lesbianismo.
42% das mulheres com uma tatuagem de borboleta já participaram de alguma orgia ou sexo grupal.
Mulheres acham homens tatuados mais atraentes, e homens acham que mulher tatuada parece ser promíscua diz pesquisa.


Fonte: Foi retirado do Censo Carcerário do Estado de São Paulo realizada entre os anos de 1999 e 2004.

Estrelas


Gosta de Apanhar especialmente durante o sexo. Múltiplas estrelas indicam prática de fornicação seguida de açoite com vários homens.


Mandalas


Indica que é dada a religiões afro/macumba/pacto satânico.


Fadas, Duendes, magia



Mulher dada ao uso exagerado de bebidas alcoólicas e/ou drogas alucinógenas.

Flor


Mulher dada á traição. 

Beija-flor


Mulher dada á traição, que já teve um filho bastardo, uma alusão ao invasor figurado pelo beija-flor. Múltiplos beija-flores indicam repetição do fato. 


Escorpião ou aranha


Indica doença venérea curada e/ou portadora do Hiv.
Chines

Apreciadora de órgão masculinos avantajados. 

Cobras


Múltiplas cobras indicam propensão á sexo grupal.
Cruz


Viúva, matadora de maridos. Múltiplas cruzes indicam corriqueira prática. 

Corações


Dada á prática da felação ou espanhola, especialmente com desconhecidos. Múltiplos corações indicam disposição á pratica de felação com vários homens ao mesmo tempo. 

Maçã


Prática ou desejo de Incesto por livre vontade com pais e irmãos.

Maçã mordida


Prática de Incesto com pais e irmãos que gerou filho. Pode significar também que foi vítima de estupro. 

Motivos Religiosos


Fornicadora compulsiva que busca o perdão.

Orelhas


Dada a sexo oral( felação) 

Pescoço ou cocix/nuca/costas



Dadas ao sexo anal. 

Virilha


Ninfomania e dada ao coito com desconhecidos. 

Braço


Dadas ao lesbianismo ou prática bissexual

Quanto ao tamanho, indicam intensidade da falha de caráter descrita pela estampa. É diretamente proporcional ao tamanho. Exemplo: Dragão chinês ou cobra tomando toda as costas indicam propensão a ser penetrada por falos enormes em coito anal. 


Existem a combinação de significados das tatuagens. Exemplo: pimenta+dragão+coração no cóccix . (suposta)







Fonte: http://supersogra.blogspot.com.br

Os 10 celulares mais loucos lançados pela Motorola


A Nokia possui uma coleção razoável de celulares estranhos e completamente inusitados em seu extenso portfólio de aparelhos móveis e nós já apresentamos um compilado desses modelos em um artigo aqui no TecMundo. Era uma época de liberdade total para a loucura dos designers, que lançavam dispositivos nada semelhantes entre si como são hoje.

Pois bem: a Motorola também tem sua lista de aparelhos incomuns. A empresa conta com celulares tão bizarros quanto a Nokia, de uma época que a inovação não ficava restrita apenas aos hardwares e aos softwares.

Diante de aparelhos tão parecidos como são os smartphones de hoje, fica a pergunta: ousar tanto no design era realmente um diferencial? Confira a lista abaixo e tire suas próprias conclusões.


1. Motorola V100

Lançado em 2000, esse aparelho parecia uma mistura de notebook da Xuxa, Nintendo DS e agenda eletrônica. O V100 era também conhecido como Motorola V.box e possuía um revestimento em plástico semitransparente que conferia uma cara de brinquedo ao dispositivo.

Além disso, o V100 contava com um teclado QWERTY disposto de uma forma bem estranha na parte inferior do aparelho. O telefone contava ainda com uma tela monocromática de 126 X 64 pixels e bateria de 600 mAh.


2. Motorola V70

Não sabemos no que a Motorola se inspirou para criar esse smartphone bisonho, mas é fato que ele tem um design completamente inusitado e icônico. O fato mais curioso sobre o V70 é o seu mecanismo giratório que esconde o teclado quando é fechado.

O dispositivo conta com um pequeno e bonito visor preto e branco com uma resolução de apenas 96 x 64 pixels. A Motorola lançou o V70 em 2002, apenas nos Estados Unidos.


3. Motorola A925


Esse aparelho parece um Nokia, mas é um Motorola. Lançado em 2003, o A925 era baseado no Symbian OS, o saudoso sistema operacional da Nokia projetado para smartphones que não resistiu ao tempo e sucumbiu ao Windows Phone.

O A925 foi bastante revolucionário para a época por oferecer características inovadoras, como uma tela touchscreen resistiva de 208 x 320 pixels, caneta stylus, conectividade 3G, GPS e duas câmeras (incluindo uma frontal para chamadas de vídeo).


4. Motorola MOTOJEWEL

Lançado no final de 2008, o MOTOJEWEL, como o próprio nome diz, parece-se com uma joia. Ou tenta parecer. O dispositivo de flip tem um design completamente robusto e elegante, mas carecia de configurações mais poderosas (para a época).

O aparelho era equipado com uma tela interna de 2 polegadas QVGA e uma tela externa OLED de 128 x 160 pixels, além de teclas de músicas sensíveis ao toque.


5. Motorola Aura

O Motorola Aura é um parente do V70, pois ambos contam com um design parecido. Entretanto, o que diferencia os dispositivos é que o Aura é o primo rico, criado em aço inoxidável e voltado para o mercado de luxo.

O aparelho foi o primeiro celular do mundo a oferecer um display circular, de 1, 55 polegadas (480 pixels de diâmetro). O Aura era equipado com 2 GB de memória interna, câmera de 2 MP e custava na época 2 mil dólares (aproximadamente R$ 4,5 mil na cotação atual).


6. Motorola Ming Series

Usar uma película na tela do smartphone é praticamente uma obrigação nos dias de hoje, principalmente se você costuma ser bem desastrado. A Motorola parece que anteviu os problemas acidentais que acontecem com o visor, lançando entre 2005 e 2011 diversos modelos com tampas flips transparentes.

Essas telas não serviam para mais nada além de proteger o display do aparelho de eventuais acidentes. A Ming Series foi desenvolvida para o mercado chinês, sendo que os primeiros modelos foram equipados com Linux e os mais novos com Android.


7. Motorola Clutch i465

O Motorola Clutch i465 foi lançado em 2009 e não chega a ser um aparelho estranho ou feio, apesar do seu design bem duvidoso e diferenciado. Entretanto, o dispositivo continha configurações bem robustas para a época em que surgiu no mercado.

Ele foi o primeiro aparelho da Motorola a contar com a tecnologia de comunicação móvel iDEN, que fornece serviços de rádio aos usuários de celular. O aparelho também era equipado com um teclado QWERTY completo, display de 1,8 polegadas com 120 x 160 pixels, tecnologia Bluetooth e câmera VGA.


8. Motorola FLIPOUT

O Motorola FLIPOUT chegou ao mercado em 2010, e apresentava uma tela que deslizava em 180° e revelava um teclado QWERT. Ele foi lançado apenas um ano após a Nokia ter apresentado o Twist, que é idêntico ao modelo da Motorola. Ou melhor, o FLIPOUT que é idêntico ao aparelho da Nokia.

O FLIPOUT conta com uma tela touchscreen QVGA de 2,8 polegadas, câmera traseira de 3MP e era equipado com a versão 2.1 do Android.


9. Motorola MILESTONE

À primeira vista, o Motorola MILESTONE parece um smartphone comum. Mas basta dar uma olhada com mais atenção para perceber seus detalhes inusitados. De frente é possível ver que ele conta com uma pequena lombada no canto inferior direito com um botão para fotos e mais dois botões físicos que permitiam alternar entre as funções da câmera (foto, vídeo ou galeria).

Além disso, a parte traseira conta dois declives muito estranhos que revelam a vontade da Motorola em deixar o aparelho bem mais fino. Como não foi possível fazer isso em todo o dispositivo, ela adaptou, né?

O aparelho é equipado com uma tela de 3,7 polegadas com 480 x 854 pixels. Foi lançado em 2010 equipado com Android 2.1, câmera de 8 MP e flash Xenon, o primeiro modelo do robozinho verde a chegar com esse tipo de iluminação para fotos.


10. Motorola WILDER

O WILDER foi lançado em 2011 e talvez seja um dos últimos aparelhos da Motorola a contar com um design diferenciado. O aparelho chegou com um preço mais acessível e era resistente a pingos e poeira.

O dispositivo contava com suas telas separadas na parte frontal do aparelho: uma QVGA de 2,8 polegadas e uma OLED monocromática secundária que ficava logo abaixo, usada para notificações, e com resolução de 96 x 16 pixels. O mais curioso: o aparelho não era um smartphone.


Fontes: Phone Arena
Imagens: 9210, Retrons, Mobile Phone Spares, Coroflot, Rodrigo Stoledo, Tech Gadgets, Motorola, Inwired View, Google Discovery, Little About, GSM Arena, 3DNews





Fonte: www.tecmundo.com.br

Destruindo sua infância - Filme Historia sem Fim



Se você pensou que esse bicho era um cachorro

Tenho péssimas noticias

Isso é um Dragão peludo duvidas???

Falcor – A História Sem Fim



Falcor surgiu como um membro do time de heróis de A História sem Fim – sucesso nas livrarias e nas sessões vespertinas de cinema. Ainda que este personagem mais pareça um cachorro gigante, ele é um dragão cujo principal poder é ser extremamente sortudo. Outros poderes são: voar mesmo sem ter asas e cuspir um fogo azul.





Fonte: http://super.abril.com.br

domingo, 29 de outubro de 2017

Grupo sequestra mãe de traficante para acabar com onda de sequestros - Tem logica, não?


Uma milícia que tem o apoio dos habitantes da cidade de San Miguel de Totolapan, no sul do México, sequestrou a mãe de um traficante de drogas famoso na região para tentar acabar com uma onda de… sequestros. O pessoal de lá parece levar a sério aquela expressão “olho por olho, dente por dente”.

O crime na cidade é controlado por Raybel Jacobo de Almonte, que atende pela alcunha de “El Tequilero”. Na última semama, o grupo de criminosos comandado por ele sequestrou diversos membros de gangues rivais e também alguns moradores para extorquir dinheiro, entre eles um engenheiro conhecido.

Revoltados com a ação, o povo se reuniu e decidiu formar uma mílicia para dar fim ao problema e a solução encontrada foi sequestrar a mãe do “bandidão”. Em um vídeo postado na internet, a esposa do engenheiro sequestrado afirma que a mãe do traficante será solta assim que seu marido for libertado.

Depois de toda essa confusão, o governo do Estado de Guerrero decidiu entrar em cena para esclarecer que entende a frustração da população, mas que eles não possuem autoridade para funcionar como polícia e de que sua atitude também é considerada crime.

De qualquer forma nada se resolveu ainda e o governo negocia com a milícia a libertação dos reféns, segundo informações oficiais.

Com dados da AP.





terça-feira, 17 de outubro de 2017

Segura peão - Os verdadeiros nomes das duplas sertanejas


Você saberia dizer quem são Mirosmar e Welson, José e Durval ou Geraldo e Evair? Como surgem nomes como esses? Parecem de mentira, brincadeira, mas são reais. Pode ser que você não reconheça o nome dessas pessoas mas as músicas, tenho certeza que você conhece. Mirosmar é um dos compositores de É o Amor. Isso mesmo, Mirosmar, mais conhecido como Zezé Di Camargo. Nomes inusitados e bem humorados já viraram uma marca do gênero sertanejo como Cacique & Pagé, Atleta & Treinador, Domyngo & Feryado, entre muitos outros. A tradição de pseudônimos é muito antiga e foi criada para causar mais impacto, facilidade de memorização e muitas vezes também para dar mais sonoridade ao nome.

Grande parte das duplas sertanejas usa nomes artísticos. Um exemplo disso é José Lima e Durval que decidiram mudar os verdadeiros nomes no meio do caminho da carreira artística para Chitãozinho & Xororó e Rick & Renner que se chamam Geraldo e Ivair. Muitos achavam estranho mas hoje em dia as pessoas já se acostumaram. A prática vem desde a origem da música sertaneja. Os nomes diferentes são usados na maioria das vezes como marketing comercial das duplas, ajudando na divulgação do trabalho artístico.

Uma história curiosa que poucos sabem aconteceu com a dupla Leandro & Leonardo. Leonardo trabalhava em uma farmácia em Goiânia para ajudar no sustento da família. Nessa época os irmãos ainda usavam os nomes Luiz José e Emival Eterno. O dono da farmácia tinha acabado de ter filhos gêmeos batizados com os nomes Leandro e Leonardo. Quando soube, Leonardo não teve dúvidas, estava escolhido o nome da dupla.

Alguns outros nomes surgiram espontaneamente como apelidos e outros surgiram com a mesma sonoridade de duplas já existentes para pegar carona no sucesso.
Gian & Giovani na verdade são Aparecido e Marcelo. Bruno & Marrone são Vinícius e José, Milionário & José Rico são Romeu e José Alves, Rionegro & Solimões se chamam José Divino e Luiz Felizardo, Teodoro & Sampaio são Aldair e Alcino, Tonico & Tinoco são João e José, Cascatinha & Inhana se chamam Francisco e Ana, Chrystian & Ralf são José e Ralf, Cezar & Paulinho são Sebastião e Paulo e José Renato e Daniel, que capricharam na escolha e humor, usam o nome artístico de Rosa & Rosinha.

Esses são alguns exemplos dos muitos artistas da música sertaneja que usam pseudônimos. Poucos deles utilizam seus nomes verdadeiros. Algumas duplas que surgiram nos últimos anos com a nova moda do sertanejo universitário acabaram conservando os verdadeiros nomes de batismo como Victor & Leo, César Menotti & Fabiano, Jorge & Mateus, João Bosco & Vinícius, Hugo & Tiago, João Neto & Frederico. Outras duplas também aderiram à antiga moda e mudaram os nomes como Fernando & Sorocaba, que são na verdade Fernando e Fernando, Herickson e Henzzo que são Guilherme & Santiago, Hugo e Hemerson, mais conhecidos como Hugo Pena & Gabriel entre outros.

Huelinton e Udson também decidiram fazer algumas modificações. Huelinton mudou seu nome para Edson e Udson colocou a letra H no começo do nome para dar mais charme a dupla Edson & Hudson.

Como forma de investir em uma carreira internacional no início dos anos 90, Chitãozinho & Xororó tiveram de mudar de nome pois o deles era muito difícil de ser pronunciado pelos estrangeiros. A ideia era investir no mercado latino americano e também no mercado latino existente nos Estados Unidos. Para isso, eles acharam mais fácil usar seus nomes de batismo. Então, para o exterior, eles viraram Jose Y Durval. Com esse novo nome lançaram dois discos, Todo Por Amor (1993) e Al Sur de la Fronteira (1997). Do primeiro faz parte a música Guadalupe, tema da novela de mesmo nome. Essa canção chegou ao primeiro lugar na parada latina dos Estados Unidos. Outro destaque desse disco foi o dueto com os Bee Gees na música Words. Do segundo, faz parte No Puedo Negar, que na verdade é a versão em castelhano de É O Amor, sucesso de Zezé di Camargo & Luciano.

Zezé Di Camargo conta que seu primeiro nome artístico já havia sido predestinado pelo pai antes mesmo de ele nascer. Seu Francisco afirmava que teria dois filhos homens cantores, Camargo e Camarguinho, e assim foi. Após a morte do irmão, Mirosmar escolheu o nome José Camargo para assinar suas composições. Como a família costumava chamar pelo apelido Zé, foi ficando o nome Zezé Di Camargo. Para escolher o nome de sua dupla com o irmão Welson, foi ao acaso como ele mesmo afirma. Zezé ficou falando vários nomes juntos para testar qual tinha um som legal que combinasse. Os nomes que Welson gostava, Zezé achava que não davam certo pois não resultavam em uma combinação legal. Zezé gritou sem querer Luciano, soou legal e os irmãos não tiveram mais dúvida.





Fonte: http://entretenimento.r7.com
Imagem: https://sensatezmediana.wordpress.com/2016/08/29/amigos/

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Se você conheceu a lenda do boneco do Fofão...

Você é velho(a) mas teve uma infância cheia de magia 

Para quem não conhece a lenda aqui esta

A lenda:

Boneco do Fofão. Um clássico. Diziam por aí que o simpático boneco tinha sido obra de um trabalho de magia negra e quem abrisse sua barriga encontraria uma faca negra. A história tomava contornos de realidade quando, apalpando a barriga você realmente sentia algo pontudo. Para piorar a roupa do Fofão era idêntica a do brinquedo assassino Chucky.




A Verdade:

Imagino quantos bonecos do Fofão foram estripados para que se confirmasse a lenda ou não. No meu caso, abrimos uma vez um deles, e para nossa surpresa REALMENTE existia a tal faca! Era na verdade a coluna vertebral do boneco que o mantinha firme quando sentado, mas raios! Realmente parecia uma faca!. A lenda foi desmascarada, mas o pobre Fofão nunca mais se sentou direito.


Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com

No caso o que parecia um punhal, faca era a haste que fixava a cabeça no corpo do boneco






“Lembra Dessa?” “Castelo Rá-Tim-Bum” é sucesso na TV Cultura de 1994 a 1997


Atualmente, a programação voltada para o público infantil na TV aberta brasileira não é mais unanimidade. Hoje quem mais aposta nesta categoria é o SBT. Mesmo se saindo bem, não desperta tanto o interesse de outras emissoras, e com isso, trabalha praticamente sozinho no segmento. Hoje o SBT, mas “ontem” a TV Cultura. A ascendente emissora paulista, foi talvez a grande responsável por voltar a acreditar no público infantil.

A data foi 9 de maio de 1994. Neste dia, estreava na TV Cultura o “Castelo Rá-Tim-Bum”, que chegaria apenas para completar a programação da emissora. Os diretores do canal não podiam sequer imaginar que a atração atingiria tamanho sucesso. Um programa de abordagem pedagógica que conta a história de um garoto que mora em um castelo. A fórmula era uma variação de várias outras atrações da emissora, por isso, o projeto não causou tanta euforia e empolgação a princípio. Mas claro que o sucesso sempre aparece de surpresa. A fórmula logo encantou as crianças, que começaram a querer acompanhar cada vez mais a história daquele garoto de 300 anos. Os pais também aprovaram o projeto, afinal era uma atração pedagógica e educativa. Tinha início ali, a atração de maior sucesso da história da TV Cultura.

Deu certo, e agora?

A audiência era alta e regular, chegava a marcar 13 pontos, e o canal teve que se superar para dar conta de tamanho sucesso, que pegou todos de surpresa. A direção teve que correr para contratar mais profissionais, estima-se que a produção chegou a contar com 250 pessoas, além dos atores. A estrutura da TV Cultura não era das melhores, e os artistas sofriam. Os figurinos eram quentes, e o estúdio ficava trancado, sem ao menos um ar-condicionado. Para dar conta da demanda, os atores tinham horas “malucas” de gravação. Marcelo Tas, que interpretava o Telekid, passou um bom tempo gravando em plena madrugada.

Com um tempo, a produção e o canal foram se adaptando a rotina e também ao sucesso. Com tudo nos “trilhos” certos, os resultados foram surgindo. Em 1994 e 1995, o programa recebeu a medalha de prata na categoria melhor programa infantil do Festival de Nova York. Em 1995, ganhou o Prêmio Sharp de Música para o melhor disco infantil. Produtos começavam a ser licenciados, e em plena exibição original do programa, foi lançado fitas VHS com os primeiros episódios, em 1995. Logo, Nino, Dr. Victor, Dona Morgana, Zeca, Biba, Pedro e muitos outros personagens, conquistavam todo o Brasil e até outros países.

O fim

Em 1997 o programa deixou de ser produzido. Milhares e até milhões de crianças, fãs do programa, não se conformaram com a notícia. Muitas chegaram a mandar cartas com dinheiro para TV Cultura, para que pudessem continuar. Mas não teve jeito. Naquele ano, chegava ao fim o “Castelo-Rá-Tim-Bum”, de desacreditado, à um dos maiores programa infantis do Brasil.

Este ano, o “Castelo-Rá-Tim-Bum” completou 20 anos desde a sua estreia. O programa fez história. Hoje, muitas daquelas crianças que ficavam em frente a TV acompanhando a história do garoto Nino, são adultas, muitos já com filhos. O “Castelo-Rá-Tim-Bum” contou uma história, educou, divertiu e deixou o seu legado.





Fonte: http://otvfoco.com.br/audiencia/page/2/#ixzz38h1hbf5y Por Renan Santos

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Homem preso diz que veio de 2048 para avisar sobre invasão alienígena


A polícia de uma cidade do Estado de Wyoming, Estados Unidos, afirmou que um homem preso por intoxicação pública declarou que era um viajante do tempo e tinha voltado ao passado para alertar a população de uma invasão alienígena.

Os agentes policiais da cidade de Casper afirmaram que o homem, encontrado às 22h30 (horário local) da última segunda-feira, disse que veio do ano 2048. Segundo uma rádio local, o homem queria avisar aos habitantes que deveriam sair da área, pois os alienígenas chegarão à cidade no ano que vem.


O homem disse também que chegou em 2017 por acidente, pois o ano correto a que deveria ter sido transportado era 2018. Além disso, afirmou que só foi capaz de viajar no tempo porque os alienígenas encheram seu corpo com álcool.





Fonte: www.otempo.com.br
Imagem: http://www.tribunahoje.com/noticia/222810/mundo/2017/10/05/homem-e-preso-apos-afirmar-que-veio-do-futuro-para-alertar-sobre-invaso-alien.html

sábado, 7 de outubro de 2017

12 mitos e verdades sobre a Coca-Cola


É VERDADE QUE ELA CONSEGUE CORROER OSSOS DE GALINHA?
Sim, porém não exatamente por ser a Coca-Cola e sim em virtude dos ácidos contidos na bebida. Em geral, refrigerantes do tipo cola (o que inclui a Pepsi, por exemplo) contêm ácido fosfórico e ácido carbônico. E tanto o osso humano quanto o animal são formados por carbonato de cálcio, que, ao entrar em contato com um ácido, acaba dissolvendo, virando CO2 e água. Essa reação ocorre quando você deixa o osso embebido no líquido, então obviamente, esse risco não existe durante a ingestão. A Coca-Cola que bebemos vai para o sistema digestório, sem contato com o esqueleto.

ELA TIRA FERRUGEM?
A fórmula da bebida realmente inclui ácido fosfórico, que, em altas concentrações, é bastante utilizado na pintura automotiva. Por isso, muita gente acredita ser possível utilizar a Coca-Cola para eliminar a ferrugem – que nada mais é do que o resultado da interação dos átomos de ferro (Fe) com o gás oxigênio (O2) em um ambiente com umidade (H2O). Mas seria necessário que a bebida tivesse um nível muito mais elevado desse ácido para que fosse capaz de executar essa “limpeza” com eficiência.

SERVE PARA DESENTUPIR PIA?
A resposta para essa pergunta é parecida com a da ferrugem. O ácido fosfórico realmente é utilizado em produtos de limpeza. “A diferença é que, nesses produtos, ele está em alta concentração. No refrigerante, corresponde a cerca de 0,6% da composição, suficiente apenas para conservar o produto e intensificar o sabor”, explica Márcia Guekezian, coordenadora do curso de química da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Então, fica a dica: se você estava pensando em usá-la para desentupir aquele ralo nojento, é melhor pensar em outra ideia…

É VERDADE QUE ELA CORRÓI OS DENTES?
Sim. Todos os refrigerantes, por serem ácidos, podem afetar os dentes. Esse processo é chamado de desmineralização do esmalte dental: o processo ocorre com a alteração dos níveis de acidez da saliva, que acabam dissolvendo o fosfato de cálcio dos dentes. Aliás, a lista de “vilões” inclui ainda outras bebidas, como energéticos, isotônicos e até suco de maçã. Por isso, é recomendado sempre escovar os dentes após consumi-las.

COCA-COLA INVENTOU O PAPAI NOEL?
Não exatamente, mas ajudou a moldá-lo como o conhecemos hoje. Ele já era ilustrado com roupas vermelhas, mas a publicidade da marca ajudou a consolidar essa imagem como a mais comum no imaginário mundial. O personagem começou a aparecer nas propagandas em 1931, quando a Coca passou a anunciar em revistas mais populares. Archie Lee, executivo da agência de publicidade D¿Arcy, queria uma campanha que mostrasse um Papai Noel saudável, ao mesmo tempo realista e simbólico. O ilustrador Haddon Sundblom foi encarregado de desenvolver imagens que mostrassem o próprio Noel, não um homem fantasiado. Para se inspirar, recorreu ao poema “Antes da Véspera de Natal”, de Clement Clark Moore, de 1822. O texto evocava a imagem de um Papai Noel caloroso, amigável, gorducho e humano.

A EMPRESA ERA ANTISSEMITA?
Não. O boato remete à 2ª Guerra Mundial – época em que a Alemanha era o maior mercado da Coca-Cola fora dos EUA. Mas o conflito motivou um bloqueio comercial, que impedia a subsidiária alemã de importar os ingredientes necessários para a produção do refri. Assim, o chefe de operações Max Keith teve a ideia de fabricar uma nova bebida, com o que tivesse à mão. No caso, soro da proteína do leite (subproduto da fabricação de queijo), fibra de maçã (que vinha da fabricação da cidra), laranja e uva. Surgia assim a Fanta, até hoje um dos produtos mais populares da Coca-Cola Company.

TOMAR COCA-COLA COM MENTOS PODE FAZER O ESTÔMAGO EXPLODIR?
Fique tranquilo. Você certamente já deve ter visto um vídeo em que alguém joga pastilhas do tipo Mentos numa garrafa de Coca-Cola e ela borbulha loucamente, mas isso é impossível acontecer no sistema digestório. A ação da combinação de Mentos com Coca-Cola é neutralizada pelo ácido clorídrico existente no estômago.
Entenda porque a mistura do refri com a pastilha é bombástica:
1) A grande “estrela” da mistureba é o gás carbônico. Na fabricação da Coca, ele é bombeado a alta pressão, para aumentar sua solubilidade no líquido. Por isso, qualquer alteração no refri pode estimular o gás a tentar escapar.
2) Já a pastilha Mentos é porosa, com vários buraquinhos. Eles são como ímãs para as bolhas de gás. Quando a bala cai na Coca, vai direto para o fundo da garrafa, e, nessa trajetória, vai juntando bolhas que se unem e ficam cada vez maiores.
3) Na composição do Mentos há gelatina e goma arábica, que quebram a tensão superficial do líquido, dissipando mais energia e ajudando a agitar ainda mais as moléculas de gás.

4) Para “piorar”, o ácido cítrico da bala vai se dissolvendo e provoca uma violenta série de reações com o refri, gerando mais bolhas. Como elas são mais leves, tendem a subir e se fundir, e acabam arrastando o refri consigo até estourar pelo gargalo.

FUNCIONA COMO INSETICIDA?
Não. Ele serve como um chamariz para atrair insetos, porém não tem a capacidade de matá-los. Em algumas regiões da Índia, por ser mais barata que agrotóxicos, a Coca é pulverizada por fazendeiros para atrair formigas vermelhas que se alimentam das larvas de insetos nocivos, mas qualquer outro líquido doce acabaria tendo o mesmo efeito.

ORIGINALMENTE, ELA ERA VERDE?
Se um dia alguém achou isso, foi por mera ilusão de óptica. Até meados dos anos 50, a cor das garrafas de vidro do refrigerante nos EUA era esverdeada. A fabricante dos vasilhames, Root Glass Company, chamou esse tom de “Verde Georgia”, em referência ao estado no qual se encontra a sede da The Coca-Cola Company. A cor se deve ao processo de fabricação do vidro naquela época. Com o passar dos anos, a evolução nos sistemas de produção fez com que as garrafas se tornassem transparentes hoje em dia e a Coca perdeu a sua fama de verdinha.

COMO É POSSÍVEL QUE A RECEITA DA COCA-COLA AINDA SEJA SECRETA?
Ela não é completamente secreta. Em qualquer embalagem da marca, você encontra os ingredientes que a compõem (água e açúcar são os mais usados). Mas a proporção entre eles permanece em sigilo. Desde 1925, essa fórmula era guardada em um cofre no Sun Trust Bank, em Atlanta (cidade onde a empresa surgiu). Mas, em 8 de dezembro de 2011, foi transferida para o World of Coca-Cola, o acervo interativo mantido pela empresa em sua sede, no mesmo município.

O GOSTO É DIFERENTE EM CADA PAÍS?
Verdade. Apesar de o processo de produção da Coca-Cola em todo o mundo ser o mesmo, alguns ingredientes mudam de mercado para mercado. Um caso curioso é o da “Mexicoke”. No mercado dos EUA, é possível encontrar Cocas fabricadas no próprio país, adoçadas com xarope de milho, ou a versão produzida no México, que recebe açúcar de cana. Alguns norte-americanos acreditam que isso melhora seu sabor – daí seu sucesso e o apelido de “Mexicoke”. Já a bebida produzida no México para ser vendida dentro do país é adocicada por uma mistura de xarope de milho e açúcar de cana. Outros fatores, como as condições em que é armazenada e a temperatura em que é consumida, também podem alterar o sabor.

TIRA O SONO?
Por conter cafeína, ela até seria capaz de deixar uma pessoa acordada por mais tempo – se ela consumisse muitas e muitas doses. A título de comparação, uma lata de Coca-Cola de 350 ml contém 35 mg de cafeína. Já uma xícara de 60 ml de café expresso, por exemplo, tem em média 72 mg. Ou seja, você teria de tomar mais de duas latas de Coca para ficar tão “ligadão” quanto depois de um café. Crianças pequenas, porém, têm um metabolismo mais rápido e com outros parâmetros nutricionais, então correm mais risco, sim, de perderem o sono após tomar a bebida.

CONSULTORIA Márcia Guekezian, coordenadora do curso de química da Universidade Presbiteriana Mackenzie (São Paulo), Enilson Max Marins, gastroenterologista e coloproctologista da Conlab Serviços Médicos (São Gonçalo, RJ) e Fernando Márcio de Abreu Azevedo, pediatra (Itaboraí, RJ)
FONTES Livro Christ to Coke, de Martin Kemp, sites Coca-Cola Brasil, Colgate, Terra, History e O Estado de S. Paulo





Fonte: https://mundoestranho.abril.com.br    
Imagem: http://www.coca-colacompany.com/chronology

domingo, 1 de outubro de 2017

Traição da 1ª mulher foi experiência mais devastadora, disse criador da "Playboy" - E por culpa disso tivemos a "Playboy"


O fundador da revista "Playboy", Hugh Hefner, concedeu uma entrevista à Folha de S.Paulo em outubro de 2009. Na ocasião, Hefner lançava a história ilustrada da revista.

Hefner falou ao jornalista Ivan Finotti sobre a infidelidade de sua primeira mulher, a origem da "Playboy", como comprou os direitos da foto de Marilyn Monroe e a influência no comportamento da sociedade que ela exerceu.

Abaixo, leia trechos da entrevista feita por telefone:

Folha - No Brasil, usamos a palavra "playboy" para nos referirmos a alguém bem nascido, com dinheiro e boa vida. Exatamente como a imagem que o senhor construiu para si. Também é assim nos EUA?

Hugh Hefner - Quando comecei a revista, a palavra "playboy" estava um pouco fora de moda, evocava algo dos anos 20. E também implicava um tipo de cara que se divertia muito mas não trabalhava. Tentamos redefinir a palavra como alguém que celebra a vida e acho que tivemos sucesso nisso.

Inicialmente estava ligada a algo como "The Great Gatsby"?

- Sim, o livro de Scott Fitzgerald teve um enorme impacto em mim.

Outra coisa que teve grande impacto no senhor foi a infidelidade de sua primeira mulher.

- A descoberta, logo antes do meu casamento, de que ela tinha um caso e fazia sexo, foi a experiência mais devastadora de minha vida.

E por culpa disso tivemos a "Playboy"?

- Estranho como as coisas acontecem. Difícil imaginar como a vida seria se isso não tivesse acontecido, um casamento feliz por todos esses anos. Mas, do meu ponto de vista, o que aconteceu acabou sendo melhor para mim.

Uma lenda diz que a primeira edição, de 1953, foi lançada com um investimento inicial de US$ 600.

Esses US$ 600 vieram na forma de um empréstimo, em que penhorei os móveis de casa como garantia. Além disso, meus parentes e amigos me ajudaram com o que podiam. O investimento total do primeiro número foi de US$ 8.000.

E quanto às fotos de Marilyn Monroe, não eram caras?

- Em 1953, fui conversar com meu pai para ver se ele me emprestaria algo, mas ele, além de conservador, era contador e recusou-se. Minha mãe me chamou de lado e disse que tinha um dinheiro dela. Ela fez um cheque de US$ 1.000.

Que compreensiva!

- Sim. E foi com esse dinheiro que comprei os direitos da foto do pôster de Marilyn Monroe. Essa foto custou-me US$ 500. Foi um grande dia.

É verdade que comprou uma sepultura ao lado da dela?

- Sim, comprei há uns 10 ou 12 anos. É num cemitério próximo à mansão Playboy, em Los Angeles. Muitos amigos queridos estão enterrados lá.

E o senhor a namorou?

- Na verdade, não. Nunca a conheci pessoalmente. A "Playboy" começou em Chicago e, quando me mudei para Los Angeles, ela tinha morrido.

O senhor diria que a "Playboy" exerceu que papel na revolução sexual dos anos 60?

- Acho que desempenhou um papel de enorme importância na mudança de alguns valores da sociedade americana. A revista começou em 1953 e essa foi uma década muito conservadora nos Estados Unidos, social, sexual e politicamente falando. "Playboy" caminhava em outro ritmo e se destacou porque trazia apelo aos mais jovens.

Em 1974, o senhor mudou de Chicago para Los Angeles. Isso afetou a revista?

- Nos anos 50 e 60 eu era "workaholic". Em 1966, fui para Londres para a abertura do cassino Playboy. A minissaia tinha acabado de chegar e eu vi o futuro. Voei de volta para Chicago, parei de trabalhar tanto e passei a viver a vida.

Culpa da minissaia?

- Sim, passei a me cuidar melhor, renovei meu armário e comprei o Coelhão, o DC-9 [avião de US$ 9 milhões com o logotipo da revista].

A caixa de livros vai de 1953 a 1979, os primeiros 26 anos da revista. Devemos entender que são os melhores anos da "Playboy"?

- Certamente são os anos em que teve mais impacto. E também os anos de maior sucesso em termos financeiros. Depois houve um retrocesso... A segunda metade dos anos 60 foi quando a revolução sexual realmente aconteceu. Os 70 foram anos de celebração e excesso. Depois houve um movimento conservador, começando nos anos 80, que teve impacto em, toda a sociedade e, significativamente, na "Playboy".

Houve a Aids.

- Sim. E Ronald Reagan foi eleito presidente. Ele estabeleceu no departamento de Justiça uma comissão que atacou revistas com nudez ou conteúdo sexual. Em decorrência disso, perdemos nossas licenças de cassino na Inglaterra e em Atlantic City, que eram uma enorme fonte de rendimento.

Tendo algumas das mulheres mais bonitas do mundo à sua disposição, o sexo fica chato em algum momento?

- Não, não mesmo.

E o senhor já fez sexo com uma mulher feia?

-Acho que sim...

E foi bom?

- Eu não me lembro (risos). No último meio século, todas elas eram lindas.




segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Sete curiosidades de Californication, do Red Hot Chili Peppers


1- A música foi lançada em 20 de maio de 2000 e originou o nome do quinto álbum do grupo, o Californication.

2- Ela trata, principalmente, sobre o lado obscuro de Hollywood e da exportação e dominação da indústria cinematográfica. Mas também sobre o declínio da sociedade ocidental, pornografia, cirurgia plástica e elementos da cultura pop como Star Wars.

3- Californication foi escrita pelo vocalista Anthony Kiedis enquanto ele estava de férias na Índia.

4- O ex-guitarrista da banda, John Frusciante, gravou exclusivamente Californication e Otherside com uma guitarra Gretsch White Falcon.video gam

5- No clipe, cada um dos membros da banda se transforma em um personagem de videogame.

6- Segundo a revista Cifras, ele está entre os vinte clipes de rock mais assistidos no Youtube, alcançando o 14° lugar.

7- Mais de 372.016.407 pessoas já assistiram ao vídeo no canal oficial da banda. Isso é mais do que a população inteira dos Estados Unidos.





Fonte: https://vejario.abril.com.br
Imagem: http://www.downvids.net/californication-red-hot-chili-peppers-vocals-only-1096381.html

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Vibrador, armas e drogas estão entre os itens apreendidos por seguranças na entrada do Rock in Rio


A fiscalização de bolsas e volumes na entrada da Cidade do Rock é rigorosa. Um dos coordenadores da empresa de vigilância disse ao G1 que desde o inicio do festival as equipes já apreenderam sacolés de vodca( bebidas alcoólicas estão proibidas), drogas dentro de mochilas de crianças e até vibrador. Também foram recolhidas mais de 35 armas. A maioria, segundo ele, de pessoas que tem porte de arma . Eles são encaminhados para fazer acautelamento.

O G1 acompanhou no inicio da tarde deste domingo como é o trabalho dos vigilantes. Um casal que passou com um copo de cerveja teve que consumir a bebida antes de entrar na Cidade do Rock.

Quem passa pela fiscalização elogia a iniciativa e até estranha o rigor. Foi o que aconteceu com Tatiana Carneiro, que veio de João Pessoa. Ela não passou com uma lixa de unha e o alcool gel que trazia na mochila. "Ela [vigilante] tirou tudo da minha bolsa. O alcool gel achei muito rigor e não precisava", disse.


Público enfrenta longa fila para vistoria em bolsas e mochilas (Foto: Káthia Mello / G1) 

Bernardo Bastos, 18 anos, é de Olaria e veio com a mochila cheia de roupas e água, mas esqueceu que tinha uma pomada dentro da mochila.

"Eu operei o joelho e preciso usar a pomada. Eles me perguntaram o que era e liberaram. Eu achei bem correto. É nossa segurança", disse.

Mais cedo, camelôs vendiam guardas-chuvas para quem precisava de proteger do sol quente. Vendidos a R$10, os objetos tiveram que ser descartados antes da entrada na Cidade do Rock. Eles estão na lista dos objetos proibidos pela organização do Rock in Rio.

Segundo os organizadores do festival, serão permitidos o acesso de objetos como carregadores de celular, protetor solar, óculos escuros, agasalhos e câmeras semi-profissionais.

 
Tatiana ficou sem a lixa e o alcool gel (Foto: Káthia Mello / G1) 


Pode levar:

Comida industrializada (biscoitos, torradas e barra de cereal)
Frutas cortadas e sanduíches – só poderá entrar no Rock in Rio se estiver lacrada em embalagem transparente tipo "zip lock". O limite é de cinco unidades por cada pessoa e sem a intenção de comercializá-los.
Garrafas plásticas para o consumo de água, desde que sem tampa. O público terá à disposição bebedouros com água potável espalhados pela Cidade do Rock


Não pode levar:

Garrafas de qualquer gênero, tamanho ou material, como as de água mineral
Embalagens rígidas e com tampa (exemplo: potes de plásticos do tipo “tupperware”)
Latas
Capacetes
Armas de fogo ou armas brancas de qualquer tipo
Cadeiras ou banquinhos
Guarda-chuvas
Objetos pontiagudos
Objetos perfurantes ou cortantes (tesoura, estiletes, pinças, cortadores de unha)
Fogos de artifício, dispositivos explosivos, sinalizadores e aparatos incendiários de qualquer espécie
Objetos de vidro, plástico ou metal (perfumes, cosméticos, inclusive desodorantes de qualquer tipo, pasta ou escova de dente)
Bebidas (em qualquer tipo de recipiente)
Skate, bicicleta ou qualquer tipo de veículo motorizado ou não
Isopor, cooler ou qualquer tipo de utensílio para armazenagem
Bastão de selfie para fazer fotos
Itens que possam ser utilizados para marketing de emboscada
Substâncias venenosas e/ou tóxicas, incluindo drogas ilegais
Bandeiras ou cartazes contendo mensagens ou símbolos com divulgações comerciais


Guarda-volumes

O festival disponibiliza um guarda-volumes (lockers) para bolsas e bagagens. O preço antecipado do aluguel custa R$ 35. O interessado pode optar por adquiri-lo junto a um carregador portátil por R$ 70 (ambos têm o acréscimo de uma taxa de conveniência de R$ 3,50, que garante a reserva durante todo o período selecionado e dá direito a acesso preferencial para a retirada do seu locker).






Fonte: https://g1.globo.com    Por Káthia Mello

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Relembre 5 casais famosos que ninguém lembra e deram no que falar

Tem certas coisas que o passado faz questão de apagar, como relacionamentos. Muitas celebridades, no início da carreira, namoraram mas não conseguiram manter a relação. Pensando nisso, selecionamos alguns namoros antigos, que deram no que falar.


Ana Paula Arósio (Foto: Reprodução)

Ana Paula Arósio e Marcos Palmeira já tiveram um romance no passado. O namoro dos dois acabou por diferenças pessoais – Marcos queria algo mais sério e pensava em ter filhos, enquanto Ana Paula queria focar em sua carreira, segundo informações.



Claudia e Jô (Foto: Reprodução)

Claudia Raia e Jô Soares já se casaram. Aos 17 anos, a famosa subiu ao altar com o veterano, em 1980. Em entrevista, Claudia Raia confirmou que foi Jô quem quis colocar um ponto final nas coisas por não aguentar a pressão de estar com alguém tão jovem.



Huck e Eliana (Foto: Reprodução)

Eliana e Luciano Huck namoraram em 1999. Os dois tinham tudo para se casarem, mas, segundo boatos, Luciano traiu a loira e isso foi o motivo para o fim da relação. Anos mais tarde, a apresentadora desmentiu a infidelidade de Luciano Huck, mas também não comentou o que levou ao término.



Danielle Winits e Bruno Gagliasso (Foto: Reprodução)

Danielle Winits e Bruno Gagliasso namoraram por mais de nove meses, mas foi tempo o bastante para ficarem noivos e para a atriz tatuar a inicial de Bruno no seu tornozelo. O romance, é claro, não foi para frente.



Ivete e Huck (Foto: Reprodução)

Ivete Sangalo e Luciano Huck também namoraram. Segundo fofocas da época, o rapaz teria traído Eliana com Veveta. O romance durou apenas alguns meses com a baiana e terminou na virada dos anos 2000.





Fonte: www.otvfoco.com.br    Por Francisco Almeida