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sábado, 5 de agosto de 2017

Virgem falando de sexo - Como fazer pra ter prazer quando o pênis é pequeno


Uma das coisas mais importantes do sexo é satisfazer a parceira, mas existe uma ideia muito preconceituosa de que um pênis que não seja grande não consegue isso. Para cortar esta questão pela raiz, mostraremos, aqui, alguns dos muitos fatores que influenciam a satisfação sexual e como curtir o sexo mesmo com um pênis pequeno.

O tamanho médio de um órgão sexual masculino normal pode variar de 12cm a 15cm em ereção. Ao tamanho, deve-se adicionar a espessura do mesmo, um elemento importante que pode fazer a diferença no prazer sexual da mulher, já que elas alcançam o orgasmo através da fricção.

Se o seu parceiro tiver um pênis considerado abaixo da medida média, há várias formas de desfrutar do sexo com ele. Para começar, as carícias preliminares são fundamentais para aumentar a excitação. Assim, desfrutará muito mais na hora H, independentemente do tamanho do pênis.

Outro aspecto é a posição que se escolhe. Algumas favorecem a fricção e têm mais profundidade, enquanto outras prejudicam quem não tem pênis grande. Uma forma que também agrada a muitos é o sexo anal, pois favorece a penetração.

Lembre-se que o tamanho não é tudo. Saber excitar e estimular as zonas erógenas da mulher é muito mais importante para conseguir que a sua parceira atinja o orgasmo.





Fonte: http://dc.clicrbs.com.br

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Virgem falando de sexo - 8 mitos comuns sobre a masturbação

imagem: www.extraguarapuava.com.br
imagem: noticiasdonorte.publ.cv
Todo mundo se masturba. Ou quase todo mundo; de acordo com uma pesquisa nacional feita em 2009 nos Estados Unidos, cerca de 90% dos homens já havia se masturbado até os 30 anos de idade. Embora isso seja muito comum, ainda existem alguns mitos que pairam sobre o assunto. Com a ajuda de alguns profissionais de saúde, vamos desmascará-los aqui e agora.


Masturbação faz mal para o órgão sexual

Embora seja vigorosa e um pouco violenta, a masturbação não causa nenhum dano real. Desde que a pessoa não tenha feito qualquer operação recente na região genital, como uma circuncisão, o Dr. Ira D. Sharlip, professor clínico de Urologia na UCSF, diz que é até possível (em teoria) fraturar o pênis durante a masturbação, mas que uma lesão deste tipo é muito rara.

Masturbação não afeta sua fertilidade

Homens não se tornam inférteis como resultado da masturbação, mas este ato pode reduzir temporariamente a fertilidade. “Normalmente, leva cerca de 12 a 24 horas para a contagem de esperma se normalizar após uma ejaculação anterior”, diz Sharlip. “Então, se um paciente se masturbar com muita frequência (várias vezes durante o dia), isso suprimirá temporariamente a fertilidade”. Este efeito é temporário e não implica em qualquer consequência definitiva.

Autoestimulação é altamente viciante

É verdade que algumas pessoas se masturbam de maneira obsessiva, como as viciadas em compras ou em jogos de video game, mas isso é uma questão de saúde mental. Qualquer pessoa que se masturbe demais, permitindo que esta atividade interfira em sua rotina diária, deve procurar um profissional de saúde mental. Mesmo que a masturbação seja um problema para alguns, as pessoas não deveriam deixar de se masturbar por medo de se viciarem. Para a maioria esmagadora das pessoas, a atividade é saudável e prazerosa.

Autoestimulação faz as pessoas enlouquecerem

Este mito se compara a outros que dizem que a masturbação deixa as pessoas cegas e faz crescer pelos nas mãos. Vale mencionar que muitos especialistas acreditam que a masturbação é benéfica para sua saúde mental. O Kinsey Institute observa que a autoestimulação pode ser relaxante, além de ajudar as pessoas a terem mais confiança em sua sexualidade.

A masturbação pode corrigir uma disfunção erétil

Os melhores tratamentos para disfunção erétil devem ser feitos por um profissional. Além disso, é improvável que a masturbação tenha algum papel na resolução deste problema. No entanto, ela pode ser usada como uma espécie de diagnóstico para conhecer a profundidade da situação do paciente. Se um homem for capaz de se manter ereto durante a masturbação, mas não conseguir fazer o mesmo em um ato sexual com outra pessoa, é provável que a disfunção erétil tenha uma causa mental e não física.

A masturbação é um bom tratamento para ejaculação precoce

Em alguns casos, sobretudo entre os mais jovens, a masturbação antes do sexo pode ajudar um homem a durar mais tempo na cama. Isso ocorre porque quando um homem ejacula, ele geralmente leva tempo para fazê-lo novamente. Na experiência do Sharlip, no entanto, os homens que usam a ejaculação desta maneira geralmente fazem isso com sua parceira sexual, não sozinhos.

A masturbação evita câncer de próstata.

Dois estudos feitos em 2003 e 2004 trazem provas conclusivas de que homens que ejaculam mais, têm um risco menor de desenvolver câncer de próstata. Estes estudos mostraram que homens que ejaculam cerca de 20 vezes por mês tem um terço a menos de risco da doença com relação aos homens que ejaculam apenas 4 a 9 vezes por mês. Um estudo posterior, feito em 2008, adiciona uma ressalva: homens sexualmente ativos por volta dos 20 anos de idade têm um risco maior de terem câncer de próstata, particularmente se eles se masturbam muito.

O sexo fica sem graça

Biologicamente falando, a masturbação pode levar a algo mais do que um orgasmo. "Acho que a ejaculação frequente por masturbação pode reduzir o prazer do sexo com parceiros”, diz Sharlip. Isso ocorre porque a intensidade de um segundo orgasmo é ligeiramente reduzida em relação ao primeiro, mas este cenário se aplica a qualquer tipo de ato sexual. A menos que você esteja se masturbando em excesso (sozinho ou acompanhado), é improvável que tenha problemas deste tipo.

Men’s Journal
Por Taylor Kubota





Fonte: https://br.vida-estilo.yahoo.com

domingo, 22 de novembro de 2015

Blogueira 'prova' que camisinha serve para todos os tipos de pênis

(Foto: Reprodução/Twitter)

A usuária do Twitter conhecida como "Dramatic Emilly" costuma dar dicas sexuais para seus seguidores e em sua última postagem ela fez uma crítica aos homens que defendem que um único tamanho de preservativo não é adequado para todos os tamanhos de pênis.

Emilly vestiu uma camisinha em seu braço e mostrou que o material de látex se estica o suficiente para cobrir todo o órgão genital, independente do tamanho.

No tweet, a jovem escreveu "Se um cara falar pra vocês que seu órgão é muito grande para a camisinha, por favor, mostre isso à ele". Nos comentários ela responde a um internauta: “Não existe nenhuma desculpa para não fazer sexo seguro. Se um cara te pressiona (a fazer sexo sem camisinha) é uma bandeira vermelha”.

Emilly espera que com a publicação muitas mulheres se conscientizem sobre a importância do uso de preservativos e saibam distinguir um relacionamento saudável de um relacionamento abusivo.






segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Virgem falando de sexo - Quero fazer sexo todo dia e meu namorado não. O que faço?


O interesse sexual varia entre as pessoas. Alguns têm mais apetite sexual e sentem a necessidade de fazer sexo diariamente. Para outros, esse desejo é menor. Mas o que fazer quando o parceiro não tem a mesma vontade de transar. 

"Eu sou uma pessoa muito sexual, gosto de fazer sexo sempre. Toda hora é hora boa para mim. Só que meu namorado não é assim. Para ele, sexo uma vez por mês está bom. Eu me sinto muito intimidado com ele na cama. Parece que sempre estou pisando em ovos nesse assunto. Por isso, às vezes, eu nem consigo ereção. Parece que ele não vê sexo como necessário da forma que eu vejo. Eu preciso, é necessário, vou ficar louco. Acho desnecessário terminar um namoro de três anos porque não fazemos sexo. Estou errado?", escreveu o internauta.
Neste programa, o médico e especialista em sexualidade Jairo Bouer fala sobre como lidar com essas diferenças.

Bouer explica que é comum em um relacionamento que um dos parceiros queira fazer mais sexo do que o outro. Essa diferença independente do gênero e da preferência sexual. O médico recomenda o diálogo para tentar chegar a um consenso.





segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Quer viver até aos 150 anos? Então o sexo tem de acabar - #Partiu Eternidade

Foto: Reuters

O segredo para uma vida mais longa? De acordo com um cientista, é abdicar da sua vida sexual.

Professor Alex Zhavoronkov, diretor de uma think tank britânica intitulada de Biogerontology Research Foundation, está convencido que os humanos conseguem, de fato, viver até aos 150 anos, mas para isso têm que deixar de ter relações sexuais.

A teoria Zhavoronkov contraria estudos anteriores que defendem que uma vida sexual ativa é sinónimo de uma vida saudável, tanto a nível físico como psicológico. No novo livro, "Ageless Generation", Zhavoronkov declara que uma vida sem relações sexuais permitir viver "muito, muito mais."

Zhavoronkov leva o seu estudo muito a sério e ele próprio segue as suas teorias - "Eu tenho sexo ocasionalmente, mas não frequentemente e normalmente com colegas cientistas," disse o jovem professor, de 36 anos. "Caso contrário, e tenho pena em dizer isto, interações pós-coito são um bocado aborrecidas."

Zhavoronkov alerta para as distrações sugadoras de energia diretamente associadas ao casamento, filhos e posses materiais.

"Adiar o casamento e a reprodução é meio caminho andado para expandir as suas expetativas de vida," disse ao Mail Online. "Iria atrasar-me e distrair-me da minha pesquisa. Quando se planeia viver até aos 150 anos, casar é uma grande decisão. É mesmo a longo prazo!"

Para se distrair dos seus impulsos sexuais biológicos, ele recomenda que faça exercício regularmente e que se concentre em comer menos. Zhavoronkov diz que ele próprio só consome 1,600 e 1,700 calorias por dia, e que a sua dieta consiste maioritariamente em fruta, iogurte e barras de proteína.

A Organização Mundial de Saúde disse, na semana passada, que já estivemos mais longe de ver a esperança média de vida ser prolongada até aos 100 anos.

"Viver até aos 150 anos não é pouco realista. Não estou a planear morrer de todo. Basta ter vivido nos últimos 30 anos para perceber que tudo é possível," conclui, esperançoso, Zhavoronkov.






domingo, 18 de outubro de 2015

Quer fazer mais sexo? Não seja muito magro. - Já engordei 15 quilos viu mulheres

imagem: miaufuxico.blogspot.com
Um estudo feito com 60 mil homens e mulheres héterossexuais analisou as preferências amorosas de ambos os gêneros, e observou alguns fatores que determinam o número de parceiros sexuais que cada pessoa vai ter. A conclusão? Existe uma relacão direta entre o peso e altura de cada indivíduo e o número de pessoas que ele vai levar para a cama.

A média geral para pessoas entre 30 e 44 anos, de ambos os sexos, é de 8 parceiros. Homens têm uma tendência um pouquinho maior de ter mais de 14 conquistas ao longo da vida do que mulheres (29% deles contra 23% delas).

Mas a verdadeira surpresa veio na hora de analisar qual o biotipo favorito. Tanto para homens quanto para mulheres, não faz sucesso ser muito magro. De fato, entre todos os voluntários analisados, quem estava abaixo do peso tinha o menor número de parceiros - gordinhos e gordinhas, inclusive, se davam melhor. Ou seja, nada de passar fome.

Outra conclusão surpreendente está na altura do homens. Ao contrário do que se esperava, homens altos não têm mais parceiros do que homens de estatura mediana - só os muito baixinhos é que acabaram com menos conquistas.





Fonte: http://super.abril.com.br    Por Karin Hueck

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Agora posso casar sossegado - O curioso caso do cogumelo que pode provocar orgasmos

Em 2001, cientistas havaianos fizeram uma pesquisa e os resultados observados dizem que um fungo, do gênero Dictyophora, pode provocar orgasmos em mulheres.

Sim, mas só em mulheres.

Segundo o estudo, o cogumelo nativo do Havaí leva mulheres ao clímax quando são cheirados. O fungo foi apresentado a 16 voluntárias, seis delas chegaram ao ápice da excitação sexual. As outras dez tiveram reações fisiológicas perceptíveis.


Imagem ilustrativa de um cogumelo do gênero Dictyophora

Já os 20 homens que participaram da pesquisa, relataram que apenas sentiram um aroma ruim ao cheirar o cogumelo. Com informações da Superinteressante.





sábado, 25 de julho de 2015

Virgem falando de sexo - Sêmen


Em media, quatro litros de sêmen são ejaculados a cada segundo, ou seja mais de catorze mil litros por dia




segunda-feira, 15 de junho de 2015

Virgem falando de sexo - É possível escolher o sexo do bebê na hora da relação sexual?

imagem: blogpsicologando.com

Uma das maiores expectativas da gravidez é a definição do sexo da criança. Em alguns casos, existe até conflito entre o casal por conta das preferências pessoais. E se fosse possível escolher entre menino ou menina durante a relação sexual? Algumas teorias afirmam que a posição usada durante o momento íntimo podem determinar o gênero do bebê. Será que faz sentido ou trata-se de um mito?

Conforme a hipótese, quando o homem fica por cima da parceira durante o sexo, existe uma penetração mais profunda, acelerando a entrada dos espermatozoides com cromossomo Y, determinando, portanto, o sexo masculino. Se a ideia é ter uma filha, o parceiro teria de ficar atrás da mulher ou ter uma penetração parcial. Dessa forma, os gametas masculinos acabariam morrendo no caminho, enquanto os femininos – mais resistentes – chegariam até o óvulo.

Porém, segundo o obstetra Clóvis Antônio Bacha, da Maternidade Santa Fé e membro da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais, as posições sexuais não possuem nenhuma relação com o gênero do bebê. De acordo com o médico, o que poderia influenciar no sexo da criança seria o período em que se realiza a concepção. "Se houver relações no período fértil da mulher, geralmente no 14º dia antes do período ovulatório, teria maior possibilidade [entre 10 e 15%] de nascer homem. É uma consideração biologicamente aceita, mas é difícil de acontecer, na prática", explica o especialista.

Maioria feminina no Brasil

Estima-se que as mulheres representem 51,5% da população brasileira, conforme a última pesquisa do IBGE. No entanto, como mostra Clóvis Antônio, nascem 165 homens para cada 100 mulheres. Seriam números contraditórios, mas o especialista explica que os bebês prematuros, do sexo feminino, são mais resistentes. Além disso, pessoas do gênero masculino estão mais sujeitas a assassinatos e acidentes automobilísticos.

Gênero definido

É possível determinar o sexo do bebê por meio da fertilização in vitro, já que os espermatozoides são previamente selecionados. No entanto, a prática não é permitida no Brasil, segundo resolução do Conselho Federal de Medicina.