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domingo, 29 de outubro de 2017

Programas infantis dos anos 80/90


Isso passava as 8 da matina todo dia em rede nacional, e todos nós crescemos felizes e contentes

E se você assistiu isso deve estar preocupado(a) com os filhos na balada

Ou estar com o netinho nos braços




quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Se você conheceu a lenda do boneco do Fofão...

Você é velho(a) mas teve uma infância cheia de magia 

Para quem não conhece a lenda aqui esta

A lenda:

Boneco do Fofão. Um clássico. Diziam por aí que o simpático boneco tinha sido obra de um trabalho de magia negra e quem abrisse sua barriga encontraria uma faca negra. A história tomava contornos de realidade quando, apalpando a barriga você realmente sentia algo pontudo. Para piorar a roupa do Fofão era idêntica a do brinquedo assassino Chucky.




A Verdade:

Imagino quantos bonecos do Fofão foram estripados para que se confirmasse a lenda ou não. No meu caso, abrimos uma vez um deles, e para nossa surpresa REALMENTE existia a tal faca! Era na verdade a coluna vertebral do boneco que o mantinha firme quando sentado, mas raios! Realmente parecia uma faca!. A lenda foi desmascarada, mas o pobre Fofão nunca mais se sentou direito.


Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com

No caso o que parecia um punhal, faca era a haste que fixava a cabeça no corpo do boneco






“Lembra Dessa?” “Castelo Rá-Tim-Bum” é sucesso na TV Cultura de 1994 a 1997


Atualmente, a programação voltada para o público infantil na TV aberta brasileira não é mais unanimidade. Hoje quem mais aposta nesta categoria é o SBT. Mesmo se saindo bem, não desperta tanto o interesse de outras emissoras, e com isso, trabalha praticamente sozinho no segmento. Hoje o SBT, mas “ontem” a TV Cultura. A ascendente emissora paulista, foi talvez a grande responsável por voltar a acreditar no público infantil.

A data foi 9 de maio de 1994. Neste dia, estreava na TV Cultura o “Castelo Rá-Tim-Bum”, que chegaria apenas para completar a programação da emissora. Os diretores do canal não podiam sequer imaginar que a atração atingiria tamanho sucesso. Um programa de abordagem pedagógica que conta a história de um garoto que mora em um castelo. A fórmula era uma variação de várias outras atrações da emissora, por isso, o projeto não causou tanta euforia e empolgação a princípio. Mas claro que o sucesso sempre aparece de surpresa. A fórmula logo encantou as crianças, que começaram a querer acompanhar cada vez mais a história daquele garoto de 300 anos. Os pais também aprovaram o projeto, afinal era uma atração pedagógica e educativa. Tinha início ali, a atração de maior sucesso da história da TV Cultura.

Deu certo, e agora?

A audiência era alta e regular, chegava a marcar 13 pontos, e o canal teve que se superar para dar conta de tamanho sucesso, que pegou todos de surpresa. A direção teve que correr para contratar mais profissionais, estima-se que a produção chegou a contar com 250 pessoas, além dos atores. A estrutura da TV Cultura não era das melhores, e os artistas sofriam. Os figurinos eram quentes, e o estúdio ficava trancado, sem ao menos um ar-condicionado. Para dar conta da demanda, os atores tinham horas “malucas” de gravação. Marcelo Tas, que interpretava o Telekid, passou um bom tempo gravando em plena madrugada.

Com um tempo, a produção e o canal foram se adaptando a rotina e também ao sucesso. Com tudo nos “trilhos” certos, os resultados foram surgindo. Em 1994 e 1995, o programa recebeu a medalha de prata na categoria melhor programa infantil do Festival de Nova York. Em 1995, ganhou o Prêmio Sharp de Música para o melhor disco infantil. Produtos começavam a ser licenciados, e em plena exibição original do programa, foi lançado fitas VHS com os primeiros episódios, em 1995. Logo, Nino, Dr. Victor, Dona Morgana, Zeca, Biba, Pedro e muitos outros personagens, conquistavam todo o Brasil e até outros países.

O fim

Em 1997 o programa deixou de ser produzido. Milhares e até milhões de crianças, fãs do programa, não se conformaram com a notícia. Muitas chegaram a mandar cartas com dinheiro para TV Cultura, para que pudessem continuar. Mas não teve jeito. Naquele ano, chegava ao fim o “Castelo-Rá-Tim-Bum”, de desacreditado, à um dos maiores programa infantis do Brasil.

Este ano, o “Castelo-Rá-Tim-Bum” completou 20 anos desde a sua estreia. O programa fez história. Hoje, muitas daquelas crianças que ficavam em frente a TV acompanhando a história do garoto Nino, são adultas, muitos já com filhos. O “Castelo-Rá-Tim-Bum” contou uma história, educou, divertiu e deixou o seu legado.





Fonte: http://otvfoco.com.br/audiencia/page/2/#ixzz38h1hbf5y Por Renan Santos

Mas é claro que homem Acredita em horoscopo






O Clássico dos Clássicos

Se você assistiu, a uma possibilidade de você estar contando historias pro seu neto(a)




Dia das Crianças - Carrinho de rolimã


Carrinho de rolimã ou carrinho de rolamentos é o nome dado a um carrinho, geralmente construído de madeira e rolamentos de aço, para a disputa de corridas ladeira abaixo. Ele geralmente é utilizado em descidas asfaltadas e lisas.

A construção de um carrinho geralmente é artesanal, feita com ferramentas simples, como martelo e serrote. O carrinho pode conter três ou quatro rolamentos (quase sempre usados, dispensados por mecânicas de automóveis) e é construído de um corpo de madeira com um eixo móvel na frente, utilizado para controlar o carrinho enquanto este desce pela rua. . O freio deve ser um pouco maior que a distância do carrinho até o chão e precisa ficar em posição diagonal; para diminuir a velocidade deve puxar-se o pedaço de madeira ou uma barra de ferro para uma posição em que encoste no chão.

Não se sabe ao certo a origem. Ao que tudo indica os primeiros exemplares foram construídos em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte no final da década de 1960 e começo da década de 1970, primeiras cidades a terem ruas asfaltadas e topografia íngreme. Os rolamentos, também conhecidos como rolimãs (corruptela do francês roulement), eram obtidos em oficinas que faziam manutenção dos carros da época e a madeira, de sobra de caixas ou tábuas utilizadas em obras. Os melhores rolamentos vinham da transmissão.

Enfim não tivemos celulares fodas, nudes, mas tivemos infância





Fonte: https://pt.wikipedia.org

Dia das Crianças - Empinar pipa


1 Escolha sua pipa. 

Existem muitas variedades para escolher e você pode até mesmo fazer a sua própria. As pipas com a forma padrão são mais fáceis de voar, mas se você procura algo mais desafiador, escolha uma pipa grande e diferente.


2 Escolha o dia certo. 

Se há uma brisa, mas você não se sentiu muito empolgado, o melhor a se fazer é ir para um lugar mais afastado, perto de um morro, em que haja um vento mais forte. A última coisa que você vai querer é sair de casa para passar horas segurando a pipa a mão sem conseguir levantar voo. Com a brisa adequada, você pode fazer com que sua pipa dance no ar, voe, dê alguns loopings e até mesmo faça alguns truques.


3 Escolha o local adequado. 

Não empine a pipa perto de rodovias, estradas, fios de energia ou aeroportos. As melhores opções são parques, campos e praias. No que diz respeito a empinar pipas, quanto mais espaço você tiver, maior será a diversão.

Árvores podem parecer inofensivas, mas quanto menos, melhor. Elas costumam “engolir” e sumir com algumas pipas, acabando com toda a diversão.


4 Peça para um amigo ajudar você a empinar a pipa. 

Fazer isto é muito mais fácil com duas pessoas e a diversão dura mais tempo.


Empinando a pipa

1 Segure o carretel (que enrola toda a linha) e peça para um amigo segurar a pipa. 

Ela deve estar virada para você e contra o vento. Se o vento estiver na mesma direção em que a pipa vai voar, ela vai cair no chão imediatamente.


2 Desenrole aproximadamente 15 a 25 metros de linha. 

Peça para seu amigo se distanciar de você até atingir o comprimento da linha solta, deixando-a um pouco frouxa. Certifique-se de que não há nenhum obstáculo perto do local em que a pipa vai voar.


3 Peça para seu amigo soltar a pipa. 

Mas antes, espere até sentir uma rajada de vento. Puxe um pouco a linha para exercer certa pressão e lance-a para o ar.


4 Preste atenção à direção do vento. 

Se ele mudar, você terá que mudar também.


5 O vento deve estar soprando em linha reta, de você para a outra pessoa. 

Se você tiver noção disto, você conseguirá empinar sua pipa por muito mais tempo.


6 Para que a pipa voe mais alto, solte mais linha. 

Preste atenção se a linha está chegando ao fim, pois se sua pipa for de má qualidade, a linha pode acabar saindo totalmente do carretel, e desta maneira você pode perder sua pipa.


7 Para diminuir a altura da pipa

Simplesmente diminua a linha, enrolando de volta no carretel.


8 Deixe as coisas mais interessantes. 

Uma vez que sua pipa está no ar, você pode acabar pensando “Ok, e agora?”. Então, junto com seu amigo, deixe as coisas mais divertidas.
Tente colocar o mais rápido possível a linha da pipa em um ângulo de 45º em relação a sua mão, com toda ela esticada.
Tente soltar 150 metros de linha o mais rápido possível, depois de levantar voo com a pipa.
Vá marcando o tempo e seus recordes. Tente ver por quanto tempo consegue deixá-la no ar, por pelo menos 5 minutos.
Diminua a linha e traga a pipa de volta, sem que ela toque o chão, indo diretamente para a sua mão. E depois solte e puxe a linha, de tempos em tempos, para que a pipa continue no ar.
Uma vez que você aprendeu a empinar pipa, comece a fotografá-la no ar para guardar boas lembranças.


Dicas

A melhor opção é empinar pipa em lugares abertos, como campos de futebol ou campos mais afastados da cidade, desde que sejam espaços grandes e abertos. Desde que não tenha fios e árvores por perto, vale qualquer coisa. Outras áreas boas para esta brincadeira são praias e lugares próximos a lagos.


Para que a pipa não caia:


Se não tem muito vento: corra (com cuidado! Preste atenção para onde está indo), tire as rabiolas e qualquer coisas que possa arrastar a pipa. Aqui, a melhor opção é deixar a pipa o mais leve possível. Outro ponto importante é que se sua pipa está caindo, faça com que ela aponte para cima (soltando mais linha, vagarosamente) e puxe a linha o mais rápido que puder.

Se há muito vento: dê puxões na linha e solte mais seu comprimento (isso funciona bem se ela está caindo e ajuda ela a embicar no ar). Se ela já caiu, coloque a rabiola para que ela fique mais pesada. Isto vai dar mais estabilidade a sua pipa, principalmente em condições de ventos fortes.


Avisos


Não empine pipas durante chuva e temporais.

Não empine pipas em estradas, rodovias e qualquer lugar próximo de fios de eletricidade ou árvore.

Pipas precisam de muito espaço e vão para lugares diferentes enquanto sobem e caem.

Não empine pipas perto de fios elétricos, em nenhuma circunstância.

Quer fazer sua pipa, clique http://pt.wikihow.com/Fazer-uma-Pipa




Dia das Crianças - Futebol de Rua



Regras do Futebol de rua

As regras no futebol de rua são bem simples: o dono da bola é que manda.

Faltas e penalidades

Perda da bola: Caso a bola caia em algum lugar o dono do chute que a fez voar terá de pega-la.Seu irmão menor também pode pega-la a força caso ela caia embaixo de um carro.Caso a bola quebre uma vidraça ou passe por uma janela os jogadores deverão aguardar 10 minutos para o devolvimento voluntario da bola,caso isso não ocorra estes deverão criar um voluntario para esse fim. Caso a bola não seja recuperada o jogador que a perdeu será linchado como penalidade.

Brigas e discussões: Devem ser discutidas no tapa.

Interrupções de jogo:

Quando passarem na calçada idosos,gestantes ou aquela gostosa que nunca usa sutiã.

Quando passarem carros,caminhões ou veículos de grande porte na rua do jogo.Caso sejam bicicletas ou carrinhos de mão eles poderão ser chutados e se entrar é Gol!

Quando o dono da bola quiser leva-la embora,nesse caso é possível bater nele até a sua morte. Porem ele é considerável intocável quando passa pelo portão de sua casa. ATENÇÃO:Quando o jogo estiver quase no fim empatado de 20 a 20 qualquer um desses itens poderá ser ignorado.

Substituições

Quando um jogador tiver que deixar o campo,até a mãe vir levar pela orelha para fazer o dever de casa ou quando o jogador tiver sido atropelado ou morto,nesse ultimo caso o jogo acaba.

Pausa para descanço:

Ta me zoando né?

Objetos do futebol de rua

A bola

O objeto mais disputado dentro de campo, e não rua não seria diferente. Ela é essêncial para se iniciar o jogo ela pode ser qualquer coisa redonda. Um limão, laranja, Coco, pedra, bola de papel, tampa de garrafa, uma latinha de refrigerante menos a da Coca-Cola que para não fazer monopólio da mesma, não vale aquele seu amigo gordo que parece o Ronaldo,por quê? porque ele é muito grande.

Eis algumas bolas para você.





Laranja As frutas esféricas são interessante para bater aquele velho rachinha. Elas não tem a mesma maciez de uma bola mais ela quebra o galho. Com esse tipo de bola aquele seu amigo gordinho que geralmente é o último a ser escolhido não pode jogar que ele é pesado e vai esmagar a bola quero dizer laranja.

Pontos fracos dessa bola: Ela pode ser até legal mais ela dura apenas algumas horas de um 1 hora até uma hora 1:30 nada mais do que isso.

Pontos forte dessa bola: Depois do jogo você pode fazer um sucuzinho para refrescar a rapaziada.




Latinha É um objeto metálico onde pode te proporcionar muitas diversão. Mas como tudo na vida é falho veja o caso da malhação, ele perde a total graça quando seu amigo levou aquele velho drible e pisou na lata acabando assim o jogo. A lembre-se a latinha tem que ser da Pepsi. Por quê? Para não fazermos apologia a Coca-Cola é por isso e ela também apareceu na propaganda com Ronaldinho Gaúcho.

Pontos forte dessa bola:Você e seus amigos estão ajudando a natureza não deixando ela por ai.

Pontos fracos dessa bola: Pode cortar seu pé em quanto você esta jogando. É muito fácil de fazer gol com ela. Seu amigo pereba que levou vários dribles, pode se irritar e pisar na bola e acaba o jogo. Um catado de lixo pode passar e levar a bola para reciclagem e fim do jogo.

Papel É um objeto que lhe proporciona uma felicidade falsa que nem o seu Windows, por alguns minutos e nessa felicidade você acredita que ela realmente é uma bola, mas quando ela cai em uma poça de lama você percebe que era apenas, uma ilusão (Para alguns GenJutsu),criada pelo seu cérebro por conta da adrenalina.

Pontos forte dessa bola: Ele pode até ser frágil , porém você pode usa-la como um borrão para fazer contas de Matemática e Física, ela também é bem util para você fazer poemas de amor para aquela linda menina de seus sonhos.

Pontos fracos dessa bola: Ela pode cair em uma poça de lama e fim de jogo, pode dar um vento muito forte e fim de jogo de novo.

Bom o que vale é o amor que você tem pelo futebol e sua imaginação essas são algumas bolas mais famosas.

O gol

O gol são dois objetos distintos separados a uma distância mediana,podem ser usados pedras,tijolos,camisas emaranhadas,chinelos(sempre passa um carro em cima do seu havaiana e suja ele)seu irmão menor(que apesar dos protestos irá voltar chorando para a casa),e nos clássicos duas lixeiras que no caso devem estar bem cheias para aguentar o impacto. Um dos lugares mais cobiçado do futebol, é onde todas tentam direcionar o bola ou pelo menos tentam. Sem ele não teria graça a partida. Apresentarei algumas dicas para fazer seu gol e pontos fortes.




Tijolo É um objeto fácil de encontrar você pode coloca-lo um do lado dou outro medir com passos mesmo. Porém ele é muito perigoso já que pode ter algumas pessoas menos dotada de cérebro e se estabacar no tijolo.

Uniforme

Times sem camisa e com camisa e ponto. Uniforme personalizado?Coisa de garotos metidinhos que curtem serem penetrados pela traseira.

O campo

Como o nome já diz o campo é uma rua,nos clássicos vale o quarteirão todo.Se a bola ultrapassar o meio fio é lateral.Se a bola passar a esquina é córner. Sempre tem um fdp que se a bola cair na casa dele ja era (geralmente são velhos pedófilos).

Juiz

Não existe, e ninguém segue regra alguma, o que é falta é definido na porrada, o que é impedimento (quando existe) é definido na porrada, enfim, a partida toda é decidida na briga.

O futebol de rua é um esporte criado por brasileiros pobres.

Seguem algumas regras:

A Bola: A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do irmão menor.

O Gol: 

O gol pode ser feito com o que estiver à mão: tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, chinelos, os livros da escola e até o seu irmão menor.

O Campo: 

O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, rua e a calçada do outro lado e, nos clássicos, o quarteirão inteiro.

Duração do jogo: O jogo normalmente vira 5 e termina 10, pode durar até a mãe do dono da bola chamar ou escurecer. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

Formação dos times: Varia de 3 a 70 jogadores de cada lado. Ruim vai para o gol. Perneta joga na ponta, esquerda ou a direita, dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque.

O Juiz: 

Não tem juiz.

As interrupções: 

No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada em 3 eventualidades:

Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isso não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação.

Quando passar na rua qualquer garota gostosa.

Quando passarem veículos pesados. De ônibus para cima. Bicicletas e Fusquinhas podem ser chutados junto com a bola e, se entrar, é gol.

As substituições: São permitidas substituições no caso de um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer lição ou em caso de atropelamento.

As Penalidades: 

A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar o adversário dentro do bueiro.

A justiça esportiva: 

Os casos de litígio serão resolvidos na porrada, prevalece os mais fortes ou quem pegar uma pedra antes.





Fonte: http://desciclopedia.org
Imagem: https://www.buzzfeed.com/raphaelevangelista/38-provas-que-jogar-bola-na-rua-foi-seu-primeiro-desafio-na?utm_term=.abL82G4q6K#.uaoA6WaOBJ

Dia das Crianças - Brincar de boneca


A brincadeira é eterna e ajuda a formar uma criança ainda melhor.

Qual é a mulher que nunca gostou de brincar de boneca? Era um prazer acalentá-la, imitando os cuidados que uma mãe tem com a sua neném. Incentivar a filha a conviver com esta pratica só trará benefícios para a pequena.

Nesta fase, o lúdico é importante para a formação dos valores da criança. Os especialistas afirmam que o brinquedo também desenvolve o tato, o movimento e o equilíbrio.

Se a criança costuma quebrar o objeto, alerte-a para cuidar do brinquedo. Explique que a boneca é a sua amiguinha e que deve tratá-la com carinho. Aplicando o método, certamente a pequena aprenderá a respeitar também o espaço dos coleguinhas, sem desrespeitar o espaço de cada um.

Toda a criança precisa conviver com outras da mesma faixa etária. Mas, dependendo do período, a boneca é uma grande companheira, diminuindo uma possível solidão.

Brincar com bonecos também colabora para o desenvolvimento dos meninos. Para quebrar o tabu de que os garotos só podem brincar de carrinho e bola, nada melhor do que o papai presentear a criança com o mimo.

Evite dar para a criança modelos com pecinhas fáceis de engolir. Certifique-se de que o produto acompanha o selo do Inmetro. Geralmente, estes materiais são indicados para a criançada acima dos 3 anos.

A boneca confeccionada com tecidos de algodão ajuda a aproximar a consistência do corpo de um humano. A criança pode movimentar os braços e perninhas, permitindo que se crie um espelho entre ela e o objeto. Faça com que sua filha reviva a mesma sensação que você tinha quando via a sua bonequinha de pano. Existem fatos que são atemporais e que valem à pena serem relembrados. Boa diversão!





Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br
Imagem: www.belasdicas.com

Dia das Crianças - Gato-mia


Gato-mia é o nome dado a uma brincadeira, em que uma criança tenta procurar outras em algum quarto escuro, ou com vendas nos olhos, tentando adivinhar quem a criança em que ele encostou, pelo "miado" que a outra criança deve fazer ao ser descoberto.


Regras

Número de Jogadores:independente do numero de crianças e com cuidado para não machucar

Como Jogar

É necessário escolher um jogador que será o pegador na brincadeira. Esse sai da sala enquanto os outros se escondem. Apaga-se a luz e o pegador é mandado entrar. O objetivo é procurar alguém, dos que estão escondidos. O pegador pode tentar fazer ruídos ou dizer algo engraçado para que os "gatinhos" escondidos comecem a rir e sejam mais facilmente encontrados. Ao encontrar, o pegador diz:

- Gato, Mia!


O jogador pego deve miar, disfarçando a voz. O pegador então, deve tentar adivinhar quem está miando. Se ele acertar, o jogador pego passa a ser o novo pegador. Senão, o jogo recomeça com o mesmo pegador.

Essa brincadeira pode ser feita tanto num ambiente escuro, como com uma venda nos olhos. Se jogado com luzes acesas, é chamada de cabra-cega.





Fonte: https://pt.wikipedia.org
Imagem: http://mamatraca.com.br/?id=521

Dia das Crianças - Pular Elástico

Hoje em dia estamos diante dos novos aparatos tecnológicos que faz com que quase todas as crianças brinquem dentro de casa com toda a modernidade e sofisticação, seja num software de computador ou até mesmo num joguinho de celular. Mas a Seção Nostalgia dessa vez, vai resgatar uma das brincadeiras mais populares e jogadas no meu tempo de criança... a brincadeira de "Pular Elástico"!
(A primeira fase: era a mais fácil, já que o elástico ficava praticamente no chão)

Para quem não sabe - ou não lembra -, a brincadeira tinha que ter 3 pessoas, no mínimo, para acontecer... e claro, um elástico comprido de pelo menos 2 metros. Esse elástico ficaria preso e esticado entre duas pessoas que serviriam como "a base", se posicionando nas extremidades. O meio do elástico serviria como a área que a terceira pessoa teria que passar pulando em várias fases. Ou seja, duas pessoas para esticar o elástico e uma para pular ele... sendo que a cada pulada e término de uma fase, o elástico iria subir cada vez mais, aumentando assim, o nível de dificuldade para quem estava pulando. Falando assim, parece que "é só pular o elástico e a brincadeira acabou". Mas não, nada disso! O negócio era difícil mesmo e bem divertido até, já que nas últimas fases da brincadeira, o elástico teria que subir até o pescoço dos que estavam como base, para fazer o pulador saltar quase 1 metro e meio de altura! E além disso, acho que o pulador tinha que ir passando uma perna de cada vez, ou seja, não valia se pulasse com as duas pernas direto no vão do meio... tinha que pular colocando uma das pernas no espaço central do elástico, e depois, realizar mais um pulo para colocar a outra perna! Mas o que eu não entendia direito, é que elas faziam umas giradas com o corpo enrolando o elástico entre as pernas que até hoje eu não sei pra que servia!
(Esse era um grau mais complexo, pois o elástico já estava na altura do joelho!)

Primeiramente, apesar desse jogo do "Pular Elástico" fosse dominado por meninas, muitos garotos podiam participar... mas a graça era mesmo ver elas pulando - pelo menos, pra mim! rs. As mais altas eram malandras e usavam como base as meninas mais baixas; assim, quando o jogo chegava em seus últimos graus de dificuldade, o elástico estaria na altura do pescoço das baixinhas facilitando para as mais altas. Mas eram as baixinhas que sempre se ferravam, rss... pois além de ter que se esforçar muito mais pra saltar bem mais alto do que as grandonas (já que suas pernas eram, consequentemente, mais curtas), elas ainda tinham o "agravante" dos shortinhos e das bermudinhas de lycra (aquelas de escola). Ou seja, a cada pulada, era uma fincada do shortinho na bunda! E claro que os meninos não perderiam a chance de assistir a esses espetáculos, hehe! Mas apesar do "desconforto" de algumas que iam com esses shortinhos cravados, a brincadeira era bem legal pela diversão que proporcionava e pelos níveis de complexidade que ia adquirindo... cheguei a ver uma menina de estatura mediana, pular mais alto que a minha cabeça - com essa, eu já sabia que eu não podia sacanear, pois a mesma conseguiria me dar um chute no meio do nariz. As crianças mais maldosas da época ainda diziam que os meninos que pulavam elástico eram viadinhos... o que, certamente, se tratava de um grande exagero; embora, um amiguinho meu que brincava disso, hoje coloca glitter nas unhas!
(Olha os viadin... digo, olha os meninos aí brincando também! Se bem que aquele com a mão na cintura, é meio suspeito!!)

Mas taí, "Pular Elástico" era um jogo bastante divertido, interativo, desafiador e muito saudável para o desenvolvimento físico, já que as meninas trabalhavam a coordenação motora, além de fortalecer as pernas e enrijecer o glúteo. E, obviamente, os meninos adoravam! =P




Fonte: http://vemaquinomeublog.blogspot.com.br

Dia das Crianças - Pião


Pião é o nome dado em português aos vários tipos de brinquedo que consistem, na brincadeira clássica e antiga, em puxar uma corda enrolada a um objeto afunilado, geralmente de madeira ou plástico e com uma ponta de ferro, colocando-o em rotação no solo, mantendo-se erguido. Atualmente, há novos materiais para piões e esses materiais permitem girá-los sem a utilização de uma corda. Nos piões mais antigos, a corda é o intermediário que transmite a força motriz dos braços, fazendo girar o pião em movimentos circulares em torno do próprio eixo que, em equilibro, gira (por causa da inércia) até perder sua força e parar.

Funcionamento

Para lançar o pião, o primeiro passo é ligar a corda em redor do corpo do pião. Coloca-se o cordel de forma paralela ao pião, sujeitando-o com o dedo polegar e com a outra mão começa-se a enrolá-lo perpendicularmente, formando camadas paralelas, de tal maneira que se cubra toda a superfície do pião. Para isso apoia-se uma fenda existente na ponta do corpo, que permite deixar a corda esticada, enquanto se enrola.

No momento prévio ao lançamento, sujeita-se o corpo do pião na palma da mão e agarra-se o extremo do cordel entre os dedos indicador e polegar, com força para que o fio não escape durante o lançamento. Imediatamente antes de o lançar, coloca-se o dedo indicador na parte superior do pião e o dedo polegar na ponta.

Finalmente lança-se o pião e seguidamente puxa-se o cordel para trás. Este lançamento pode fazer-se de pé ou com o corpo encurvado, o que reduz o impacto contra o chão. Da mesma forma, pode fazer-se com a ponta virada para baixo, e com um movimento horizontal gira-se o braço, ou ainda com a ponta virada para cima, cima uma sacudida vertical do braço, até baixo.

Ao puxar o cordel para trás, exerce-se força, que se traduz num movimento angular ou cinético que faz com que o pião gire sobre si mesmo. Finalmente a ponta bate no solo e graças ao efeito giroscópico, que faz com que o pião gire, converte-se no centro de gravidade do corpo, permitindo que o pião "dance".

O efeito giroscópico permite que o pião se mantenha sobre a sua ponta até que o vetor peso (massa · gravidade) acabe por ter uma inclinação com respeito ao eixo, provocando uma variação na localização do centro de gravidade. Isto provoca uma variação na trajetória de rotação que começa a descrever círculos propiciando a queda do pião. Desta maneira a queda é diretamente proporcional ao mencionado ângulo e ao vetor peso, e inversamente proporcional à velocidade de rotação.

Jogos

A partir do momento em que desenvolveu a técnica de fazer o pião girar, surgiram vários jogos, com vários níveis de dificuldade. Seguidamente são mencionados os mais tradicionais e conhecidos.
Individuais


Ponte ou teleférico: Com uma mão, agarra-se os dois extremos do cordel e estica-se. Na ponte que é formada, faz-se o pião "dançar". Ao levantar uma das duas mãos pode-se inclinar o cordel de tal maneira que o pião deslize.

Fazê-lo "dançar" na mão: Pode-se fazer com que o pião gire em cima da palma da mão. Outra forma é dar-lhe um golpe certeiro e fazer com que salte em cima da palma da mão onde está..

Lançamento ao ar: consiste em lançar o pião e antes que este atinja o chão e a corda se desenrole totalmente, se o traga de volta até à mão, fazendo com que o pião fique a rodar ali.

Deslizamento: Enquanto o pião gira, com a ajuda do cordel movimenta-se o pião de um lugar para outro.

Lançamento: Enquanto o pião gira no chão, enrola-se o cordel ligeiramente à sua ponta e puxa-se para cima. Nisto, o pião salta e vai cair, continuando a girar, seja no chão ou na mão.

Coletivos

Sacar objetos: Forma-se um círculo no chão, em cujo centro coloca, cada jogador, uma bola-de-gude, outro pião ou, mais usualmente, uma moeda, e depois de cada um lançar o seu pião, recolhe-se o mesmo na mão e tenta-se lançá-lo contra uma das moedas (ou outro objeto) a fim de a tirar do círculo, repetindo a operação enquanto o pião continuar girando. Quem consegue tirar a moeda do círculo, fica com ela. Quando o pião deixa de girar, passa a ser a vez de outro jogador.

Parte-piões (pião das nicas): Forma-se um círculo no chão, em cujo centro se coloca um pião, contra o qual se lançam os outros piões com a finalidade de destruí-lo. O jogador que falhar o "tiro" terá de substituir o pião do centro (o pião das nicas, ou piasca pelo seu próprio.

Parte-piões, de maior dificuldade: Forma-se um círculo no chão e um dos participantes tem de lançar o seu pião, ficando este girando no centro do círculo. O outros jogadores lançam os seus piões contra esse que gira no centro. Quando o pião para de girar, precisa de ficar fora do círculo, para que o dono o recolha. Se não ficar fora do círculo, passa a ser a "vítima" e apenas poderá sair com os golpes ou choques dos outros.

Tira-piões: Forma-se um círculo no chão e os participantes precisam de atirar o seu pião a fim de ele ficar girando dentro do círculo. O pião que acabe por sair do círculo, por causa do impacto com os outros piões, perderá.





Fonte: https://pt.wikipedia.org
Imagem: brincandonasruas.blogspot.com

Dia das Crianças - Queimada


Queimada é um jogo desportivo que provavelmente surgiu na Colômbia, também podendo ter suas origens nos Estados Unidos. Não há notícias de competições esportivas oficiais deste esporte no Brasil, porém é muito praticado em escolas e como brincadeira infantil, sendo considerado como um esporte infanto-juvenil mais praticado por crianças/jovens até mesmo na rua.

Variantes

Nos Estados Unidos existem ligas de queimada, ou dodgeball, como a variante do esporte é conhecida por lá.

No Brasil, as regras adotadas são parecidas com as do prisonball americano, onde os jogadores eliminados ficam atrás da linha de fundo do campo da equipe adversária. Esta área nula no Brasil não tem um nome específico, com a mais popular sendo cemitério. Nos EUA possui muitas denominações, dentre elas prisão, de onde vem o nome da variante: "prisonball".

Embora menos conhecido, o dodgeball americano em si também é jogado no Brasil, mas com o nome de "Queimada Maluca"[2]. Nesta variante não há a área para os jogadores eliminados, mas eles voltam ao jogo um a um cada vez que algum jogador de sua equipe intercepta um arremesso no ar. Além disso, é jogado com múltiplas bolas.

O Jogo

Material


Uma ou mais bolas similares a de vôlei ou a de polo aquático, feitas de borracha ou couro, de tamanho pequeno ou médio.

A bola oficial de dodgeball possui 20,32 centímetros de diâmetro e é revestida de borracha especial que não machuca os jogadores.
Local

O campo possui o formato retangular, sendo dividido ao meio, com uma área ao fundo denominada de "cadeia", "prisão", "cemitério", "campo dos queimados" ou até mesmo "barra".

É comum aproveitar a marcação de quadras de vôlei para a prática da queimada, com a "cadeia" começando a partir da linha de fundo do vôlei.

Formação

À vontade, em campo marcado. Mas a nenhum momento de jogo os devidos jogadores podem ultrapassar a linha do campo do adversário.
Número de jogadores

Varia conforme as convenções locais, e no caso de países onde seja levado a sério, varia também de acordo com a quantidade de pessoas.

Regras

Preparação


Cada time se coloca num campo, sendo que apenas um jogador de cada lado deverá se colocar atrás da linha de fundo do campo adversário sendo denominado de "cruzar", que não pode "queimar" enquanto está nesta função[2].

Para decidir sobre a posse da bola e do campo, no início do jogo, esses dois jogadores virão colocar-se ao centro, entre os dois campos. Ocorre uma disputa de bola . Feito isso, voltam os jogadores aos seus lugares, entregando-se a bola para o cruzar do time que a obteve, para começar a partida, que é iniciada ao apito do instrutor.jetivo

O objetivo visado é fazer o maior número possível de prisioneiros em cada campo. Será vencedor, o grupo que, no fim de um tempo previamente determinado, fizer maior número de prisioneiros, ou então, aquele que aprisionar todos os jogadores adversários.

Desenvolvimento

Ao ser dado o sinal de início, um jogador do time a quem coube a bola, tenta entregar a bola ao seu time que tem como objetivo de atira-la ao campo contrário com o propósito de atingir ("queimar") algum adversário com a bola.

Se o conseguir sem que a bola seja agarrada antes de tocar no chão pelo jogador tocado ou por um companheiro do time dele, o jogador atingido é considerado prisioneiro e deve sair do seu campo, colocando-se no "cemitério", espaço posterior à linha de fundo.

Feito o primeiro prisioneiro, o reserva volta ao seu campo para que tenha oportunidade de jogar também como atacante. Atenção: quando o prisioneiro fica pela primeira vez com a bola, não pode "queimar" nenhum componente do time adversário.

A bola que, depois de haver tocado em um jogador, rola ou salta pelo terreno, pode ser recolhida por qualquer jogador, para ser arremessada novamente contra o grupo adversário. A bola pode, também ser recolhida por um adversário prisioneiro, a quem, neste caso, se permite apanhá-la e atirá-la a um companheiro seu ou queimar o adversário.

O mais recomendável é agarrar a bola quando arremessada, o jogador só é carimbado se a bola bater nele e cair no chão, do contrário, se o jogador for carimbado, a bola continuar no ar, e ele a agarrar, não será carimbado.





Fonte: https://pt.wikipedia.org
Imagem: http://jornalfact.blogspot.com.br/2012/01/i-semana-cultural-de-movimento-da-etec.html

Dia das Crianças - Amarelinha


Amarelinha é uma brincadeira popular entre crianças. A palavra vem do francês marelle, que por adaptação popular ganhou a associação com amarelo e o sufixo diminutivo.

Como jogar

O jogo consiste em pular sobre um desenho riscado com giz no chão, que também pode ter inúmeras variações. Em uma delas, o desenho apresenta quadrados ou retângulos numerados de 1 a 10 e no topo o céu, em formato oval. Tira-se na sorte quem vai começar. Cada jogador, então, joga uma pedrinha, inicialmente na casa de número 1, devendo acertá-la em seus limites. Em seguida pula, em um pé só nas casas isoladas e com os dois pés nas casas duplas, evitando a que contém a pedrinha.
amarelinha lethi

Chegando ao céu, pisa com os dois pés e retorna pulando da mesma forma até as casas 2-3, de onde o jogador precisa apanhar a pedrinha do chão, sem perder o equilíbrio, e pular de volta ao ponto de partida. Não cometendo erros, joga a pedrinha na casa 2 e sucessivas, repetindo todo processo.

Se perder o equilíbrio, colocando a mão no chão ou pisando fora dos limites das casas, o jogador passa a vez para o próximo, retornando a jogar do ponto em que errou ao chegar a sua vez novamente.

Ganha o jogo quem alcançar primeiro o céu.





Fonte: https://pt.wikipedia.org
Imagem: http://escolamaringa1.blogspot.com.br/2010/09/brincando-de-amarelinha.html

Dia das Crianças - Esconde - Esconde


Esconde-esconde é uma brincadeira infantil, na qual enquanto uma pessoa (o "pegue") fica com os olhos fechados contando até certo número combinado com os participantes, geralmente com o número de pessoas que estão participando (5 pessoas = 50), os demais participantes se escondem.

Regras

O pegador conta até certo número com os olhos fechados e as outras se escondem, as pessoas que se esconderam têm que voltar ao lugar onde a primeira pessoa contou e bater no ponto de partida, falando uma frase, como: "1,2,3" (Nome de quem bateu), o primeiro a bater deve ficar no lugar do "pegue" começando assim um novo jogo.

Salve todos ou salve o mundo

Caso, o último a ser encontrado consiga chegar ao ponto e bater, ele tem a opção de salvar todos, fazendo assim, aqueles que não conseguirem se salvar, serão salvos e o "pegue" terá de contar novamente. Também conhecido em algumas regiões como "Salve o Mundo" e "Salvo Todos".





Fonte: https://pt.wikipedia.org
Imagem: http://www.mamaebutterfly.com.br/2016/02/esconde-esconde-vamos-brincar/

Dia das Crianças - Pega-pega


O pega-pega, pique-pega é uma brincadeira infantil muito conhecida, que veio do povo negro, escravizados no Brasil. Pode ser jogada por um número ilimitado de jogadores e possui inúmeras variantes.

De modo geral, o jogo consiste em dois tipos de jogadores, os pegadores e os que devem evitar ser apanhados. Cada variante do jogo possui uma forma diferente de se estabelecer como os demais serão pegos, em geral por meio de um toque.

Quem for tocado, automaticamente vira o pegador, dependendo do modo da brincadeira.

Regras do Pega-pega

Uma criança será o pegador, e as outras, os fugitivos. Quem a criança pegar, será o pegador da vez. Os participantes, combinam as regras no início, decidindo o número de pegadores, se há alguma regra adicional (como uma proteção contra o pegador, chamado de pique ou fraio).





Fonte: https://pt.wikipedia.org
Imagem: http://edasuaepoca.blogspot.com.br/2013/09/1980-pega-pega.html

domingo, 8 de outubro de 2017

Você é velho? - Sol dos Teletubbies


Crianças e crianços, princesos e princesas, senhoras e senhores e quem ainda não sabe pra que lado vai, eu assistia esse Sol todos os dias e sabe da maior, esse Sol é uma menina que hoje esta assim:



Se você viu esse Solzinho sorridente, possivelmente esteja assistindo o Discovery K!ds, com seu filhote, e tamo ficando velho...

A velhice é chata demais pra quem ta sozinho 

Meu caso =(




domingo, 1 de outubro de 2017

Se você sabe o que é e para que serve isso - Meus parabéns


Carrinho de rolimã ou carrinho de rolamentos é o nome dado a um carrinho, geralmente construído de madeira e rolamentos de aço, para a disputa de corridas ladeira abaixo. Ele geralmente é utilizado em descidas asfaltadas e lisas.

A construção de um carrinho geralmente é artesanal, feita com ferramentas simples, como martelo e serrote. O carrinho pode conter três ou quatro rolamentos (quase sempre usados, dispensados por mecânicas de automóveis) e é construído de um corpo de madeira com um eixo móvel na frente, utilizado para controlar o carrinho enquanto este desce pela rua. . O freio deve ser um pouco maior que a distância do carrinho até o chão e precisa ficar em posição diagonal; para diminuir a velocidade deve puxar-se o pedaço de madeira ou uma barra de ferro para uma posição em que encoste no chão.

Não se sabe ao certo a origem. Ao que tudo indica os primeiros exemplares foram construídos em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte no final da década de 1960 e começo da década de 1970, primeiras cidades a terem ruas asfaltadas e topografia íngreme. Os rolamentos, também conhecidos como rolimãs (corruptela do francês roulement), eram obtidos em oficinas que faziam manutenção dos carros da época e a madeira, de sobra de caixas ou tábuas utilizadas em obras. Os melhores rolamentos vinham da transmissão.

Enfim não tivemos celulares fodas, nudes, mas tivemos infância





Fonte: https://pt.wikipedia.org

domingo, 24 de setembro de 2017

Se você já aguardou isso péssimas noticias


Além de você esta ficando velho, você provavelmente tinha um computador ostentação pra época e que hoje um smartphone tem bilhões a mais de memoria e velocidade, e melhor não tem o Internet Explorer nativo




domingo, 17 de setembro de 2017

Se você viu a Tiazinha assim... ( ͡° ͜ʖ ͡°)


Estamos passado de meninos, para adolescentes, adultos e hoje ate senhores.

Tiazinha, que foi criada por Luciano Huck a partir de fetiches sexuais masculinos e sadomasoquistas. Era chamada ao palco para depilar com cera quente partes dos corpos dos participantes do quadro, escolhidos no público. A máscara e o chicote lembravam a Mulher-Gato, vilã da série Batman, que abusava da "sensualidade felina". Com essa personagem, Susana foi capa de várias revistas masculinas e um dos maiores símbolos sexuais dos anos 90. No seu auge artístico ganhava até R$ 15 mil por evento e chegou a ganhar R$ 100 mil com produtos com sua marca. Posou para a revista Playboy em março de 1999, e essa edição ficou sendo a segunda mais vendida da história da revista, chegando a aproximadamente 1.240.000, atrás apenas de Joana Prado, a Feiticeira, em dezembro do mesmo ano. Participou da música "Uh! Tiazinha" do cantor Vinny, que fez muito sucesso.

Péssimas ou excelentes noticias você é velho e acompanhou a era de ouro da TV brasileira

Mais algumas fotos para você lembrar



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Estamos ficando velhos, depois de de termos um tempo excelente onde se tinha gostosas e mais gostosas na TV aberta, hoje o máximo é um bando de feminazis feias e peludas no jornal e com tarja nos peitos




domingo, 10 de setembro de 2017

Se você sabe o que é isso parabéns


Você teve uma excelente infância e não ficava com a porra do smartphone na mão

Manos e minas os novos são extremamente legais, principalmente os que se movimentam, mas ha uma possibilidade de você alem de se lembrar, ter comprado para seus filhotes, e ter pisado nessas pecinhas e ter lembrado da mãe do Ole Kirk Kristiansen o criador LEGO


Curiosidades

O sistema LEGO é um brinquedo cujo conceito se baseia em partes que se encaixam permitindo muitas combinações.

Criado pelo dinamarquês Ole Kirk Kristiansen, é fabricado em escala industrial em plástico feito desde 1934, popularizando-se em todo o mundo desde então. É muito famoso e as crianças do mundo todo brincam. Hoje em dia existem varias séries.

Em fevereiro de 2015, foi considerada a marca mais poderosa do mundo, de acordo com estudo realizado pela empresa de consultoria Brand Finance.


História

O brinquedo surgiu numa pequena empresa familiar na década de 1930. Obteve sucesso na década de 1960, expandindo-se nas décadas seguintes. O criador fundiu duas palavras em dinamarquês para obter o nome "LEGO": leg godt que significa "brincar bem".

Atualmente o grupo LEGO emprega mais de 10.000 pessoas em cerca de 140 países, ocupando a posição de líder mundial no segmento de brinquedos para crianças nas faixas dos três meses aos dezesseis anos de idade.





Fonte: https://pt.wikipedia.org